Com patrimônio administrado de R$ 19 bilhões, a Fundação CESP é o maior fundo de pensão brasileiro patrocinado pela iniciativa privada e o quarto maior, considerando todas as Entidades Fechadas de Previdência Complementar.
Esses números mostram a solidez e a qualidade de gestão do melhor fundo de pensão do Brasil, conforme a edição do prêmio 2010 da publicação britânica World Finance.
Preservação do patrimônio e transparência são as diretrizes na administração do patrimônio dos nossos mais de 120 mil clientes.
Evolução do Patrimônio Administrado (R$ mil)
*Os valores apresentados são gerenciais e podem apresentar variações em relação aos demonstrativos contábeis.
Rentabilidade do Patrimônio Administrado (R$ mil)
*Os valores apresentados são gerenciais e podem apresentar variações em relação aos demonstrativos contábeis.
A Política de Investimentos é elaborada pela Diretoria de Investimentos e Patrimônio para cada plano administrado pela Fundação CESP e submetida anualmente à aprovação dos Comitês Gestores e da Assembleia Geral.
A Política de Investimentos estabelece a estratégia e os limites de alocação dos recursos dos planos previdenciários, sempre considerando o cenário macroeconômico e a meta atuarial dos planos previdenciários.
Para ter acesso à Política de Investimentos do seu plano previdenciário, acesse a área restrita.
As operações realizadas com patrimônio previdenciário são divulgadas aos participantes por meio do Demonstrativo Analítico. Desde o quarto trimestre de 2005, as operações foram individualizadas por patrocinadora.
Para ter acesso ao Demonstrativo Analítico do seu plano previdenciário, acesse a área restrita.
A Política de Investimentos é elaborada pela Diretoria de Investimentos e Patrimônio para cada plano administrado pela Fundação CESP e submetida anualmente à aprovação dos Comitês Gestores e da Assembleia Geral.
A Política de Investimentos estabelece a estratégia e os limites de alocação dos recursos dos planos previdenciários, sempre considerando o cenário macroeconômico e a meta atuarial dos planos previdenciários.
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A publicação das atas das participações em Assembleias Gerais segue os seguintes critérios:
• investimentos em que a Fundação CESP participe do bloco de controle, respeitados os limites estabelecidos em contratos/acordo de acionistas;
• investimentos em ações com direito a voto, representativos de 5% ou mais dos recursos garantidores consolidados, administrados pela Fundação CESP;
• investimentos em ações com direito a voto, representativos de 5% ou mais do capital votante ou total da companhia.
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Renda Fixa – são as aplicações em títulos de dívida emitidos por empresas, bancos ou governos. Ao comprar o título, o aplicador empresta dinheiro por um determinado prazo e o emissor paga pelo empréstimo um rendimento, também chamado de taxa de juros.
A renda fixa pode ser:
> Prefixada – é aquela aplicação cuja rentabilidade é fixada previamente, ou seja, o aplicador sabe no momento em que aplica qual será seu rendimento.
> Pós-fixada – é aquela aplicação cuja rentabilidade só é fixada após o vencimento do título porque depende da variação de um indexador.
Na aplicação pós-fixada, o aplicador e o emissor do título escolhem um indexador para corrigir o valor aplicado. Assim, só no vencimento do título se sabe qual é a rentabilidade da aplicação, pois é preciso conhecer antes quanto variou o indexador no período.
Os indexadores mais comuns são os índices de inflação e as taxas de juros como o CDI-Certificado de Depósito Interfinanceiro, que é a taxa média de juros dos empréstimos entre os bancos, ou a taxa SELIC, que é a taxa média de juros paga pelos títulos públicos federais.
No Brasil, os títulos de renda fixa mais comuns são os títulos públicos federais (NTN-Nota do Tesouro Nacional, LFT-Letra Financeira do Tesouro e LTN-Letra do Tesouro Nacional), os títulos emitidos pelos Bancos (CDB-Certificado de Depósito Bancário, RDB-Recibo de Depósito Bancário e LF-Letra Financeira) e os títulos emitidos pelas empresas (NP-Nota Promissória, Debênture e CRI-Certificado de Recibo Imobiliário).
Renda Variável – são aqueles investimentos no capital das empresas, ou seja, o investidor se torna sócio da empresa.
Os títulos de renda variável mais conhecidos são as ações emitidas pelas empresas e negociadas em bolsa de valores. O rendimento vai depender do comportamento do mercado e dos resultados da própria empresa. Portanto, é um investimento cuja rentabilidade não é conhecida previamente nem é atrelada a um indexador.
Investimentos Estruturados – são aqueles investimentos no capital ou em título da dívida de pequenas e médias empresas com bom potencial de crescimento e que, geralmente, ainda tem capital fechado, ou seja, não têm ações negociadas em bolsa de valores.
Normalmente, os investimentos estruturados são feitos através de Fundos de Investimentos em Participações (FIP), criados dentro de regras específicas definidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e que devem ter um gestor autorizado pela CVM e especializado neste tipo de investimento.
Quando é no capital, o investimento é conhecido no mercado financeiro como Private Equity, expressão que indica o investimento em ações privadas, ou seja, de empresas de capital fechado.
Quando é em título da dívida, o investimento é conhecido como mezanino, expressão usada para indicar que é um investimento intermediário entre uma operação de crédito e de private equity, pois, ao emitir este título para financiar seus projetos de expansão, a empresa dá ao investidor a opção de convertê-lo futuramente em ações de seu capital social, ou seja, o investidor tem a opção de se tornar sócio da empresa.
Imóveis – este item representa aqueles investimentos em bens imobiliários com o objetivo de obter ganhos com o aluguel, a renda e também a valorização dos imóveis.
Os investimentos em shopping centers geram ganhos vindos do aluguel das lojas e da renda proveniente da participação no volume mensal das vendas das lojas.
Já os investimentos em edifícios, escritórios e galpões destinados a usuários finais geram rendimentos provenientes apenas do aluguel.
Operações com Participantes – são as operações de empréstimo que a Fundação CESP faz aos seus participantes.
Contribuições Contratadas – são os contratos de confissão das dívidas assumidas pelas patrocinadoras e que correspondem ao déficit atuarial avaliado à época do saldamento dos planos por ocasião da privatização das companhias.