Se você é usuário de um dos planos PES ou NOSSO Plano de Saúde e está na faixa de idade maior de 2 anos e menor de 60 anos, pode participar da Campanha de Vacinação do Mais Saúde contra as gripes comum e H1N1.
O prazo para agendamento foi prorrogado até 8 de maio, e as datas para vacinação são nos dias 10, 11 e 12 de maio, na sede da Fundação CESP. Você ainda aproveita que a sua coparticipação será sobre um preço especial, negociado pela Fundação CESP com o prestador.
Como agendar
Entre em contato pelo telefone (11) 3375-6126 ou pelo sitewww.vacinar.nete indique a data em que quer receber a vacina.
Quem pode participar - Titulares ou dependentes nos planos PES e NOSSO Plano de Saúde, administrados pela Fundação CESP; - Maiores de 2 anos e menores de 60 anos; - Não ter alergia grave ao ovo de galinha (anafilaxia) e não portar doença neurológica em atividade (ex. Síndrome de Guillain Barre).
Data e local da vacinação Período da vacinação: de 10 a 12 de maio, das 9h às 16h. Local: Fundação CESP – Alameda Santos, 2.477 – São Paulo – SP.
Confira os novos credenciados que fazem parte da rede dos planos de saúde da Fundação CESP.
Centro médico em Jundiaí passa a atender o NOSSO Integral O Centro Médico Hospitalar Pitangueiras, em Jundiaí, passou a atender o NOSSO Integral, desde 1º de abril. O credenciado já atendia os planos AMH, PES A, PES D, NOSSO Ampliado, NOSSO Conforto, NOSSO Total e NOSSO Conceito. Atendimento aos planos: - AMH - NOSSO Integral, NOSSO Ampliado, NOSSO Conforto, NOSSO Total, NOSSO Conceito - PES A e PES D (Rede Essencial e Rede Global)
Credenciado
Especialidade
Endereço
Cidade
Telefone
Centro Médico Hospitalar Pitangueiras
Hospital geral, Pronto Socorro geral e Nefrolitotripsia Extra-Corpórea
Rua das Pitangueiras, 651 - Vila Vianelo
Jundiaí
11. 4583-1210 11. 4588-6700 11. 4588-6806
Para consultar a rede completa de recursos credenciados, acesse o menu Rede Credenciada aqui mesmo no portal ou clique aqui e selecione seu plano.
Novo Pronto Socorro Odontológico em São Bernardo do Campo Atendimento ao plano: - AO
Credenciado
Especialidade
Endereço
Cidade
Telefone
Emergência Dental
Pronto Socorro Odontológico – 24 horas
Rua Jurubatuba, 845, sala 21 – Centro
São Bernardo do Campo
11. 4123-3022
O Emergência Dental é destinado para o atendimento emergencial, no alívio de dores e desconfortos. Para tratamentos, é indicada a ida a um consultório odontológico. Confira a rede de clínicas e dentistas no menu Rede Credenciada ou clique aqui.
Está prevista para esta quarta-feira, 25 de abril, uma manifestação de médicos que atendem diversos planos de saúde. Os líderes do movimento asseguram que atendimentos de urgência e emergência serão mantidos e que os pacientes não serão prejudicados.
Caso você tenha consulta eletiva ou necessite de atendimento, é recomendável entrar em contato com o Recursos Credenciado antes de se dirigir ao local.
Os usuários do PES e NOSSO Plano de Saúde – maiores de 2 anos e menores de 60 anos - podem participar da Campanha de Vacinação Contra a Gripe, que acontece entre os dias 10 e 12 de maio na sede da Fundação CESP, em São Paulo. A dose da vacina protege contra as gripes comum e H1N1 e você ainda aproveita que a sua coparticipação será sobre um preço especial, negociado pela Fundação CESP com o prestador.
A campanha visa atender os usuários que não estão contemplados pela campanha oficial da rede pública e é uma iniciativa do programa de prevenção Mais Saúde, recém-lançado pela Fundação CESP.
Como participar
Para participar da campanha, é necessário o agendamento prévio e atender aos requisitos:
- Ser titular ou dependente nos planos PES e NOSSO Plano de Saúde, administrados pela Fundação CESP - Ser maior de 2 anos e menor de 60 anos - Não ter alergia grave ao ovo de galinha (anafilaxia) e não portar doença neurológica em atividade (ex. Síndrome de Guillain Barre)
Como fazer seu agendamento
Agendamento: pelo telefone (11) 3375-6126 ou pelo site www.vacinar.net. Período de agendamento: de 23 de abril a 4 de maio
Data e local da vacinação
Período da vacinação: de 10 a 12 de maio, das 9h às 16h Local: Fundação CESP – Alameda Santos, 2.477 – São Paulo - SP
A Fundação CESP preparou para o lançamento de seu programa Mais Saúde um evento sobre "Envelhecimento Saudável". Dois médicos – um especialista em medicina do esporte e ortopedia e um geriatra – irão apresentar um painel de saúde sobre este tema, em uma discussão aberta aos participantes sobre a importância de se cuidar no presente para ter uma boa qualidade de vida no futuro. Entre os assuntos em pauta, serão abordados aspectos da prática de exercícios físicos regulares e mudanças nos hábitos para a manutenção da saúde.
Além da discussão com os médicos, o evento prevê também a introdução das atividades que o Mais Saúde trará aos participantes da Fundação CESP neste ano.
Evento "Envelhecimento Saudável"
Data: 27 de abril Horário: 10h às12h Local: Auditório da Fundação CESP – Alameda Santos, 2.477 – próximo à estação Consolação do metrô (linha verde) Inscrição: maissaude@funcesp.com.br ou pelo Disque-Fundação 0800.012 7173 e (11) 3065.3000 Vagas Limitadas. Evento Gratuito
Sobre o Mais Saúde
O novo programa Mais Saúde é uma iniciativa da Fundação CESP, gratuito a todos os participantes. Ele está focado na educação em saúde e prevenção de doenças e traz palestras com renomados médicos e especialistas, dicas para estar sempre saudável e notícias sobre algumas atividades que fazem parte dos planos de saúde administrados pela entidade. Tudo para que você tenha mais informações para cuidar de você e daqueles que mais ama.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão que regula os planos de saúde no país, determinou que, a partir do último mês de março, todos os cidadãos brasileiros terão que possuir o Cartão Nacional da Saúde, do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa exigência, determinada pela Resolução Normativa nº 250, deverá ser cumprida não só pelas pessoas que utilizam a rede pública de saúde como por aquelas que possuem planos de saúde particulares, como é o caso dos usuários dos planos da Fundação CESP.
Assim que estiver com o cartão, envie uma cópia da frente e do verso para o seguinte endereço: Atendimento Fundação CESP – Alameda Santos, 2.477. Se preferir, envie para o email: atendimento@funcesp.com.br. Aquelas pessoas que, por alguma razão, já tenham o Cartão Nacional da Saúde, não precisam fazê-lo novamente. É só enviar a cópia, frente e verso, do cartão para os endereços acima citados.
Para que serve? O objetivo do Cartão Nacional de Saúde é formar um banco de dados nacional, com o histórico de cada paciente. Com ele, qualquer profissional de saúde terá acesso aos detalhes de atendimento do usuário ao longo de sua vida (os exames e os pedidos de consultas feitas em todo o território nacional, cirurgias realizadas, remédios utilizados, entre vários outros). Esse acompanhamento também pode ser feito pelo portador do cartão na área restrita do site do Portal de Saúde do Cidadão. (http://portal.saude.gov.br/portal/saude/cidadao).
Como ele é? Com o formato de um cartão de crédito, o Cartão Nacional de Saúde apresenta uma etiqueta com dados pessoais do usuário e um número, fornecido pelo Ministério da Saúde. Cada número é único e exclusivo, e é válido em todo o Brasil.
Como fazer o cartão?
Para fazer o Cartão Nacional da Saúde, é preciso se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, e apresentar um documento de identificação e um comprovante de residência. Caso tenha dúvidas de como e onde fazer o cartão em sua cidade, entre em contato com o Disque-Fundação: 0800.012 7173. Você também pode verificar a UBS mais próxima da sua residência clicando aqui. (http://sistema.saude.sp.gov.br/consulta_cnes/).
O bairro de Santana, na capital paulista, possui mais um pronto socorro odontológico: o Centro Odontológico Voluntários Santana, que se localiza em uma das ruas mais movimentadas e conhecidas do bairro. O serviço de pronto socorro está à disposição dos participantes da Assistência Odontológica da Fundação CESP para alívio de dor ou desconforto de origem odontológica, mas é utilizado em caso de urgência. Para tratamentos, é indicada a ida a um consultório odontológico. Para consultar a rede de clínicas e dentistas, clique aqui. (http://redecred.prevcesp.com.br/redecredenciada/planos/?plano=AO)
CENTRO ODONTOLÓGICO VOLUNTÁRIOS SANTANA Rua Voluntários da Pátria nº 4.070 – Santana - São Paulo – SP Fone: (11) 2959-8686
O Ambulatório e o Pronto Socorro do Hospital Ana Costa (Unidade Guarujá) foi contratado pela Fundação CESP e agora passa a atender os planos AMH, PES Rede Global, PES Rede Essencial, Nosso Total e Nosso Conceito. Esta nova unidade conta com uma estrutura diferenciada, com modernas instalações visando a melhoria do atendimento na região. As especialidades disponíveis no Ambulatório da nova unidade para consulta eletiva (agendada) são: Clínica Médica ,Pediatria, Ginecologia-Obstetrícia, Dermatologia, Urologia, Otorrinolaringologia e Endocrinologia.
Os serviços prestados na Unidade Vicente de Carvalho – Guarujá foram suspensos pelo hospital. Os pacientes que necessitarem de internação, serão transferidos para a Unidade de Santos.
HOSPITAL ANA COSTA - GUARUJÁ - P.S. Enseada Rua Silvio Daige, 475 Tel.: (13) 3347-1000
A partir de amanhã, dia 15 de março, o Hospital São Camilo – unidade Pompéia não mais atenderá os usuários da Fundação CESP com a acomodação enfermaria (quarto coletivo). Como alternativa, outros hospitais da rede credenciada continuam ofertando essa acomodação, como:
Hospital Metropolitano – Vila Romana Hospital Albert Sabin - Lapa Hospital das Clínicas – Pinheiros Santa Isabel – Higienópolis
Lembrando que o Hospital São Camilo – unidade Pompéia continuará fazendo parte de nossa rede de atendimento, porém apenas ofertando acomodações individuais (apartamentos privativos). Em caso de dúvidas, entre em contato com o Disque-Fundação: 0800.012 7173.
A partir deste mês, o Hospital Santo Amaro, localizado no Guarujá - SP, passa a atender, novamente, todos os planos de assistência médica da Fundação CESP. Além do atendimento de Hospital Geral e Pronto Socorro Geral, o hospital também atenderá em regime ambulatorial as seguintes especialidades, exames e serviços:
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) acaba de divulgar o resultado de seu Programa de Qualificação de Operadoras, que analisou 1.103 planos de saúde brasileiros. A avaliação das operadoras é realizada por meio do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) e é calculado a partir de indicadores definidos pela própria Agência.
Confira os resultados da Fundação CESP:
De acordo com o diretor-presidente Martin Glogowsky esse resultado reflete o trabalho e a preocupação da Fundação CESP com seus usuários: "Essa análise da ANS mostra que estamos no caminho certo. Nestes mais de 40 anos de tradição, sempre nos preocupamos em oferecer um plano de saúde de qualidade aos nossos usuários, para que as pessoas das quais cuidamos possam viver e construir um futuro com tranquilidade. Um exemplo que reforça nosso comprometimento com o ser humano, foi a criação, este ano, do NOSSO Plano de Saúde, que já conta com 10 mil vidas".
A rede Drogal, com sede em Piracicaba (SP), é a mais nova credenciada do Programa de Auxílio Medicamento da Fundação CESP. Com mais de 70 lojas, a Drogal está presente em 33 cidades do interior de São Paulo:
Nestas farmácias, o usuário irá adquirir os produtos já com o desconto do subsídio, que varia de 25% a 50%, de acordo com a LPM (Lista Padrão de Medicamentos). Para isso, no momento da compra, basta apresentar o Cartão de Identificação da Fundação CESP, documento de identidade, receita médica original e uma cópia. Para mais informações sobre o Programa de Auxílio Medicamento, clique aqui. (colocar hiperlink para o auxílio medicamento)
A Fundação CESP informa que, a partir de setembro de 2011, as tabelas de mensalidades do PES-A sofrerão reajuste nas faixas de renda. A variação acompanha o índice IPC da FIPE, de agosto de 2010 a julho de 2011, que totalizou 6,59%. O reajuste será retroativo ao mês de agosto, ou seja, os participantes que se enquadrarem em uma faixa de renda com mensalidade menor, por conta deste reajuste, terão abatimento dos valores pagos a mais no mês de agosto na mensalidade de setembro. Veja como ficaram as faixas salariais:
1ª Faixa - De: 3.121,18 Para 3.326,87 2ª Faixa - De: 3.121,19 a 6.242,31 Para: 3.326,88 a 6.653,68 3ª Faixa - De: 6.242,32 a 10.924,08 Para: 6.653,69 a 11.643,98 4ª Faixa - De: Acima de 10.924,08 Para: Acima de 11.643,98
A Fundação CESP comunica que a partir de 1º de setembro de 2011, todos os planos de saúde coletivos empresariais administrados pela entidade, denominados PES A: Rede Global Apartamento (Registro ANS nº 432.438/00-2), Rede Essencial Apartamento (Registro ANS nº 444.047/03-1) e Rede Essencial Quarto (Registro ANS nº 444.042/03-1) e PES D: Rede Global Apartamento (Registro ANS nº 432.439/00-1), Rede Essencial Apartamento (Registro ANS nº 444.044/03-7) e Rede Essencial Quarto (Registro ANS nº 444.045/03-5) terão suas mensalidades reajustadas em 19,27%, e vigorará de setembro de 2011 a agosto de 2012.
A aplicação do reajuste anual foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da Fundação CESP e está prevista no item 15 dos regulamentos dos Planos PES. O percentual foi baseado em estudo atuarial e em dados e informações sobre a utilização dos serviços pelos usuários nos últimos 12 (doze) meses.
O reajuste anual entrará em vigor a partir do mês de setembro de 2011, e será cobrado antecipadamente na forma de pré-pagamento no demonstrativo de pagamento de benefício a partir do mês de agosto de 2011. A partir de 1º de setembro de 2011, os valores dos planos PES A e PES D serão de acordo com as tabelas. Clique aqui para visualizá-las (PDF)
A partir de 1º de janeiro de 2012, 69 procedimentos de saúde serão incluídos no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e serão de cobertura obrigatória para todas as operadoras de planos de saúde. Quase a totalidade destes procedimentos (90%) já são cobertos pelos planos de saúde da Fundação CESP. Clique aqui para conhecer os procedimentos. Outros detalhes podem ser consultados no site da ANS: www.ans.gov.br.
A partir de amanhã, dia 2 de julho, os participantes começam a receber uma carta assinada pelo presidente da Fundação CESP, Martin Glogowsky, falando sobre os novos planos da saúde. Confira a carta na íntegra:
Caro Participante, Temos a satisfação de lhe comunicar que em 21 de junho, o Conselho Deliberativo da Fundação CESP aprovou a criação de novos planos de saúde, que serão lançados com preços e condições muito especiais. Os novos planos estão sendo registrados na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e tão logo este processo seja aprovado, você receberá em sua casa uma correspondência detalhando todas as opções. Serão apresentadas diversas categorias de planos, com acesso a diferentes hospitais, laboratórios e centros de diagnóstico, com diferentes preços e opções de acomodação e um guia de como proceder para fazer sua adesão. A escolha do plano de saúde é sua e de sua família e você poderá tomar sua decisão quando achar conveniente, pois não existe prazo definido para isto. Você terá a oportunidade de escolher, dentre os novos planos, o mais adequado às suas necessidades, sendo possível inclusive, não fazer nenhuma opção e permanecer em seu plano atual, que continuará em vigor. A Fundação CESP está empenhada em oferecer as melhores opções com qualidade de atendimento a preços adequados, para que você possa fazer sempre a melhor escolha.
A Acras Apoio à Saúde agora é credenciada da Fundação CESP na cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo. A clínica foi contratada para atendimento em diversas especialidades, conforme o corpo clínico abaixo:
NOME
ESPECIALIDADE
Ahmad M. A . Abbas
Otorrinolaringologia / Alergologia
Roney Barboza Pagotto
Cirurgia Geral / Gastroenterologia
Sandor Dosa Acras
Ortopedia/traumatologia
Aline Colliti Silva
Nutricionista
Adelaide Martins Tupinambá
Dermatologia
Denise Silvestre Fonseca
Fisioterapia
Edson Shinaider
Urologia
Gabriela Santos Oliveira
Pediatria / Nefrologia Infantil
Karina Bertono Q. de Faria
Ginecologia/Obstetrícia
Tatianna Vulcano Carillo
Oftalmologia
Ricardo Rezende Pereira
Geriatra
A nova credenciada está localizada na Av. Major Alfredo Camargo da Fonseca, 583 - Cidade Nova I, e seus telefones são (19) 3894-2613 e 3875-4972. A clínica funciona de segunda à sexta-feira das 8h às 20h e sábado das 8h às 12h.
Grupo Fleury possui nova marca de laboratórios – fique atento ao atendimento
O Grupo Fleury tem uma nova marca de laboratórios batizada de A+ Medicina Diagnóstica. Alguns laboratórios, que foram adquiridos pelo grupo em várias localidades nos últimos dez anos, serão convertidos para a nova marca, incluindo Criesp, Lego, Biesp e URP, que deixam de existir.
É importante ressaltar que os planos PES Rede Essencial Apartamento e Rede Essencial Quarto não terão cobertura para atendimento nesta nova marca. Porém, a Fundação CESP está negociando com a A+ Medicina Diagnóstica para que os participantes destes planos possam ser atendidos com desconto pelo laboratório, mediante pagamento direto ao prestador.
Os usuários da Fundação CESP que necessitem de atendimento médico-hospitalar na cidade de Indaiatuba podem utilizar o Centro Médico Indaiatuba, em suas duas unidades.
CENTRO MÉDICO INDAIATUBA I S/S LTDA RUA JOSÉ DA COSTA , 538 JD. NOSSA SENHORA APARECIDA TEL (19) 3825-6060
RELAÇÃO DO CORPO CLÍNICO
DRA. ANDREA DE AVLA MIRANDA OLIVEIRA - ACUPUNTURA
DR. ANGELO FAJARDO CURY -PEDIATRIA
DR. ANTONIO RUSSO NETO - CLÍNICA MÉDICA
DR. CARLOS ALBERTO FERREIRA GUIDI - OTORRINOLARINGOLOGIA / AUDIO TONAL/ AUDIO VOCAL / IMPEDANCIOMETRIA
DR. CARLOS LIMA CARENCE JÚNIOR - DERMATOLOGIA CLINICA E CIRURGICA
Os usuários do PES e AMH, em faixa etária ou condições não contempladas pela campanha de vacinação do Ministério da Saúde, poderão receber a vacina contra as gripes comum e H1N1 na rede credenciada da Fundação CESP – custeando o percentual de coparticipação referente ao seu plano. Durante o período de 1º de abril a 30 de junho não será necessário a prescrição médica. Entretanto, em caso de dúvidas, procure orientação do seu médico para saber se a vacina é ou não recomendável para o seu caso.
Caso o usuário opte por receber a vacina em um recurso de saúde fora da rede credenciada, é possível solicitar o reembolso. Para isso, é necessário encaminhar à Fundação CESP (Setor Operações e Controle – Al. Santos, nº 2477, 3º andar, Cerqueira Cesar – CEP 01419-907 – São Paulo – SP) o recibo ou Nota Fiscal preferencialmente em até 30 dias, contados a partir da data de emissão do documento. No comprovante apresentado deverá constar a quantidade, valor unitário e total e a quem foi aplicada a vacina. O valor teto para cálculo do reembolso é de R$ 45 (já considerado a vacina e a aplicação). Atenção! A cobertura pelo PES e AMH é restrita aos grupos não inclusos na campanha federal.
Sobre a campanha de vacinação pública
Neste ano, o Ministério da Saúde ampliou o público que poderá receber a vacinação contra as gripes comum e H1N1 gratuitamente. Gestantes, crianças entre seis meses e menores de dois anos (até 1 ano, 11 meses e 29 dias) e profissionais de saúde passam a integrar a Campanha Nacional de Vacinação, ao lado de idosos e população indígena. A Campanha Nacional de Vacinação será realizada entre os dias 25 de abril e 13 de maio. No primeiro sábado da campanha será realizado o Dia de Mobilização, quando postos de todo o País ficam abertos para vacinar o público alvo da campanha. Este ano, 65 mil postos de vacinação serão instalados. Sobre a vacina
A Organização Mundial de Saúde recomendou para o Hemisfério Sul a vacina trivalente contra a gripe. O esquema vacinal varia de acordo com a faixa etária:
- Adultos e crianças acima de 9 anos devem tomar apenas uma dose (0,5ml). - Crianças de 3 a 8 anos e 11 meses, se for o primeiro ano de uso da vacina contra gripe, devem tomar duas doses (0,5ml) com intervalo de um mês entre elas. Se a criança nessa faixa etária já tiver sido vacinada, a dose é única (0,5ml). - Crianças de 6 meses a 2 anos e 11 meses, se for o primeiro ano de uso da vacina contra gripe, devem tomar duas doses (0,25ml) com intervalo de um mês entre elas. Se a criança nessa faixa etária já tiver sido vacinada, a dose é única (0,25ml).
Não devem ser vacinadas pessoas com alergia grave ao ovo de galinha (anafilaxia), ou portadoras de doença neurológica em atividade. Crianças menores de 6 meses de idade também não devem receber a vacina.
O Hospital Santa Isabel, na cidade de São Paulo, comunicou que o serviço de maternidade será desativado a partir do dia 1º de maio. A medida se deve ao processo de reestruturação das dependências e serviços do hospital.
O hospital já havia desativado o pronto-socorro infantil em março.
Os usuários dos planos de saúde AMH e PES podem encontrar o serviço de maternidade nos seguintes hospitais da região:
- Hospital Santa Catarina / CNES 268860-3 (atende planos AMH e PES – Rede Global) Av. Paulista, nº 200 – Bela Vista – Tel.: 11. 3016-4133 - Hospital e Maternidade Santa Joana / CNES 207954-2 (todos os planos) Rua do Paraíso, nº 432 - Paraíso – Tel.:11 5080-6000
- Maternidade Pro Matre Paulista / CNES 303727-4 (todos os planos) Al. Joaquim Eugênio de Lima, nº 383 - Bela Vista – Tel.: 11. 3269-2233 - Sociedade Hospital Samaritano / CNES 208081-8 (atende planos AMH e PES - Rede Global) Rua Conselheiro Brotero, 1486 – Santa Cecília – Tel: 38215300
Você pode também consultar a rede completa credenciada ao seu plano de saúde. Faça a busca personalizada por meio da área de Saúde no portal, selecionando seu plano na janela 'Rede Credenciada'.
SP: Proibição de cobrança para acompanhantes no parto
Por Mariana Ferreira Alves - Espaço do Idec/Última Instância
Maternidades particulares de SP estão proibidas de cobrar acompanhante no parto Foi publicada em 12 de abril de 2011 a Lei Estadual nº 14.396/2011, que proíbe a cobrança por maternidades particulares de São Paulo para permitir que o pai ou acompanhante assista ao parto no Centro Obstétrico.
A proibição legal abrange os valores cobrados a título de higienização, esterilização e demais procedimentos necessários para que o acompanhante possa adentrar ao centro obstétrico. Há ainda uma ressalva de que a isenção contempla qualquer nomenclatura dada à cobrança.
A hora do parto é um momento bastante delicado para a gestante, pois é cheio de expectativas e preocupações com o nascimento do filho(a). Por esta razão, a companhia de uma pessoa conhecida, seja ela genitor ou não da criança, é essencial para tranquilizar a futura mãe, além de facilitar o trabalho de parto e minimizar a depressão pós parto.
O direito à presença de acompanhante durante o parto não é uma bem uma novidade, isto porque desde 2005, vigora a Lei 11.108, que garante a presença de acompanhante, indicado pela gestante, durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde).
Além disso, a Resolução da Anvisa, RDC 36 de 3/6/2008, que dispões sobre regulamento técnico para funcionamento dos Serviços de atenção obstétrica e neonatal, também prevê a necessidade de permitir a presença de acompanhante de livre escolha da mulher no acolhimento, trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
Na mesma diretriz dispõe a Resolução Normativa RN nº 211 de 11/1/2010, da Agência Nacional de Saúde, que atualiza o rol de procedimentos e eventos em saúde nos Planos Privados de Assistência à Saúde contratados a partir de 1º/1/1999.
Apesar de garantido o direito ao acompanhante, as maternidades particulares cobravam para sua efetivação, como a cobrança de taxas referente a paramentação, que corresponde à troca das vestes rotineiras por vestimentas adequadas ao centro cirúrgico, como pijama cirúrgico, gorro, máscaras e proprés.
A nova legislação paulista continua a exigir que o acompanhante utilize a paramentação, pois isso diminui ao máximo a presença de bactéria no ambiente estéril do centro obstétrico, porém esta exigência não será mais cobrada no momento do parto.
Em caso de recusa do hospital/maternidade na isenção de taxas para acompanhamento da gestante é importante que tanto a mãe ou o acompanhante denunciem o descumprimento da Lei e demais regulamentações na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ANS (Agência Nacional de Saúde) e no Procon da cidade em que ocorreu o descumprimento.
A denúncia tem o condão de inibir o descumprimento da Lei e Resoluções pelos hospitais e, assim, garantir que outras mulheres tenham companhia neste momento tão importante de suas vidas.
Eventual cobrança indevida é passível de devolução igual ao dobro do valor pago, conforme previsão no parágrafo único do artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor e a proibição da presença de acompanhante é suscetível de reparação por danos morais, com fundamento no inciso VI, do artigo 6º do mesmo diploma legal.
A Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) organizam uma manifestação nacional para esta quinta-feira, 07 de abril, com o objetivo de não atenderem, nesta data, os usuários de todos os planos de saúde.
A Fundação CESP orienta aos usuários de seus planos de saúde que possuem consultas e exames agendados para a data, que confirmem previamente com o recurso credenciado o atendimento.
A paralisação, caso ocorra, afetará somente os atendimentos eletivos. Casos de urgência e emergência serão atendidos normalmente.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução no Diário Oficial da União (1958/2010), que regulamenta o retorno de consulta médica. Conforme a resolução, a consulta de retorno não deve ser cobrada nos casos em que o paciente se submete a exames cujos resultados não podem ser avaliados na primeira consulta, precisando assim de um segundo encontro com o médico, independente do prazo para retorno.
Nos casos de haver alteração de sinais ou sintomas, sendo necessário uma nova anamnese, exame físico, formulação de hipóteses ou conclusões diagnósticas e prescrição terapêutica, o procedimento vai ser considerado nova consulta, portanto, remunerado. Fique atento aos parâmetros:
- Uma consulta médica compreende a anamnese (entrevista realizada pelo profissional de saúde com o paciente), exame físico e a elaboração de hipóteses ou conclusões diagnósticas, podendo se estender à solicitação de exames complementares ou prescrição terapêutica. Pode ser concluída ou não em um único momento.
- Se houve pedido de exames complementares para avaliação posterior, a próxima consulta para apresentar os resultados dos exames será caracterizada como retorno, não devendo ser cobrada, exceto se:
- o paciente apresentar sintomas e necessidades diferentes das apresentadas na consulta inicial.
- se houver alterações de sinais e/ou sintomas que requeiram uma nova anamnese, exame físico, hipóteses ou conclusões diagnósticas e prescrição terapêutica.
- Nos casos de tratamentos prolongados, com reavaliações e até modificações terapêuticas, as respectivas consultas poderão, a critério do médico, ser cobradas como uma nova consulta.
A Resolução nº 1.958 também alterou uma regra que vinha sendo adotada até então, de que os convênios poderiam definir como prazo mínimo o intervalo de 30 dias para cobrança de nova consulta. Esse prazo não existe mais e essa nova prática já é adotada pela Fundação CESP. Mas é importante que você converse com seu médico para acertar quando as consultas podem ser caracterizadas como retorno, para evitar cobranças indevidas.
A Fundação CESP já orientou seus recursos credenciados a respeito dos parâmetros citados na referida resolução sobre as consultas de retorno.
Em caso de dúvidas ou dificuldades, entre em contato com a Fundação CESP pelos canais de atendimento: Disque-Fundação (11. 3065.3000 ou 0800.012.7173) ou pelo e-mail atendimento@funcesp.com.br.
Suspensão do atendimento de maternidade do Hospital São Camilo – Unid. Santana
O Hospital São Camilo – Unidade Santana informou que descontinuará o atendimento do serviço de maternidade a partir de 05 de maio de 2011, por motivo de posicionamento estratégico da unidade.
O serviço de maternidade na Unidade Pompéia permanecerá inalterado.
A Fundação CESP credenciou no último ano 200 novos recursos de saúde à sua rede. Entre as novas contratações, estão especialidades médicas mais demandadas nas regiões, além de hospitais, laboratórios e clínicas de odontologia.
Consulte a lista completa dos novos credenciados. Clique aqui.
Você também pode consultar a lista completa dos recursos credenciados pelo portal. Selecione seu plano na janela 'Rede Credenciada', na área de Saúde.
Desativação do pronto-socorro infantil do Hospital Santa Isabel
Devido à reestruturação de suas dependências, o Hospital Santa Isabel, em Higienópolis (SP), desativou os atendimentos de urgência e emergência do pronto-socorro infantil.
A entidade não informou a data de restabelecimento destes serviços.
Para consultar os recursos credenciados que melhor atendem às suas necessidades, faça a busca personalizada por meio da área de Saúde no portal, selecionando seu plano na janela 'Rede Credenciada'.
Atendimento no Litoral Norte será feito pela Unimed Taubaté
A Fundação CESP informa aos usuários dos planos de saúde AMH e PES das cidades de Caraguatatuba, Guararema, Ubatuba, São Sebastião, Ilhabela, Jacareí, Paraibuna, Salesópolis e Santa Branca que, desde 4 de março, o atendimento de saúde na região começou a ser feito pela Unimed de Taubaté.
Esses participantes passam também a ser atendidos em toda área de atuação da Unimed Taubaté, que, além do Litoral Norte do Estado, inclui as cidades de: Taubaté, Natividade da Serra, Redenção da Serra, São Luiz do Paraitinga e Tremembé.
A mudança ocorreu pelo descredenciamento da Unimed de São José dos Campos e não altera em nada a cobertura ou rede de atendimento a que os participantes tinham acesso.
Atenção! Os cartões de identificação da Unimed de São José dos Campos não têm mais validade e não serão aceitos para atendimento. A Fundação CESP está enviando pelos Correios os novos cartões da Unimed Taubaté. A previsão para recebimento é até o início de abril.
Nesse intervalo, os usuários podem ser atendidos nos hospitais apenas com a carteira de identidade, para os casos de urgência e emergência. Para consultas eletivas e exames, é preciso ir até a Unimed local e retirar uma guia de atendimento.
Mudança no atendimento pediátrico em Ribeirão Pires
O Hospital Ribeirão Pires foi descredenciado da rede da Fundação CESP para consultas de pronto-socorro pediátrico, que estão sendo realizadas nos seguintes hospitais da região:
Hospital e Maternidade Brasil Rua Cel Fernandes Prestes, 1177 Telefone: 2127-6666
Santa Casa de Mauá Av. Dom Jose Gaspar, 1374 Telefone: 2198-8300
Os atendimentos do pronto-socorro adulto, ambulatorial e internações desse hospital continuam sendo oferecidos para os usuários dos planos AMH e PES.
ANS acelera criação de plano que une assistência médica e previdência privada
Karina Toledo
Pela proposta, parte do valor da mensalidade seria acumulada em um fundo de capitalização individual, que custearia os gastos com saúde após os 60 anos; tema, debatido há anos, foi incluído na agenda regulatória da agência e se tornou prioridade
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promete finalizar ainda neste semestre o desenho de um novo tipo de plano que une assistência médica e previdência privada. A ideia é acumular parte do valor da mensalidade em um fundo de capitalização individual, que ajudaria a custear os gastos com saúde após os 60 anos, quando a necessidade de assistência aumenta e a renda, normalmente, diminui.
O projeto vem sendo debatido há alguns anos pelas empresas do setor. Agora o tema foi incluído na Agenda Regulatória da agência - uma espécie de plano de gestão - e se tornou prioridade. "Nos preocupa a sustentabilidade da saúde suplementar. O número de idosos, que hoje representam 10% da população e 25% dos gastos com saúde, deve triplicar até 2050", diz Mauricio Ceschin, presidente da ANS.
Segundo ele, o sistema atual - em que o valor da mensalidade cresce em função da faixa etária - não é uma boa resposta para a mudança demográfica em curso no País. "Criar um plano de previdência privada atrelado a um plano de saúde é uma das alternativas que estamos estudando."
O produto seria oferecido por meio de parceria entre uma operadora de saúde e uma instituição financeira que trabalhe com planos do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que permite acumular recursos por um prazo contratado. O resgate do dinheiro - hoje sujeito ao imposto de renda a uma alíquota mínima de 10% e máxima de 27,5% - seria totalmente isento de tributação caso fosse usado com despesas médicas ou para o pagamento de um plano de saúde.
A renúncia fiscal é justamente o maior obstáculo para que a ideia entre em prática ainda neste ano, pois depende do sinal verde da Receita Federal e dos Ministérios da Saúde e da Fazenda. Mas Ceschin diz ser possível lançar o produto sem mudança na legislação: "O VGBL já existe. O que precisamos é construir uma visão conjunta entre as áreas da saúde e da previdência".
A ANS conta com apoio dos representantes desses setores. Na última semana, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) entregaram suas contribuições para a proposta. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) deu seu aval.
Ressalvas. Carlos Suslik, professor de Gestão de Saúde do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), considera a ideia boa, mas faz ressalvas. "É uma aposta para daqui a 20 anos. As empresas têm de ser robustas e o governo terá de dar guarida para não deixar os beneficiários desamparados caso elas quebrem", diz. Além disso, continua, não será fácil estabelecer o preço justo para cobrir gastos atuais e futuros.
Suslik defende que seja mantida a ótica mutualista do sistema atual, em que todos pagam para que uns usem mais o sistema e outros menos, de modo que haja diluição do risco. "Há duas possibilidades: uma é o beneficiário e sua família terem o direito de ficar com o dinheiro acumulado e gerenciá-lo como quiser. Se acabar, problema dele. Na outra, em vez de ficar com o dinheiro, ele permanece com o plano de saúde. Se morrer aos 61 anos, foi um mau negócio, mas, se viver até os 120, terá sido um ótimo negócio. Saúde é algo imprevisível."
Embora não considere a solução ideal para o financiamento da saúde, o consultor financeiro Mauro Calil diz que a proposta é melhor que o sistema atual. Já a advogada Rosana Chiavassa, especializada no tema, acha temerário esse modelo num país "com histórico de falta de seriedade na gestão de fundos de capitalização".
Fundação CESP garante custo diferenciado também nos atendimentos particulares do Laboratório Fleury
A partir de agora, o atendimento particular do Fleury fica mais barato pela Fundação CESP. Os usuários que tem direito ao desconto são:
Participantes da Fundação que não tem plano de saúde (carteira de identificação cinza);
Usuários dos planos PES e AMH Essenciais (carteira de identificação azul).
Essas categorias de participantes terão 25% (vinte e cinco por cento) de desconto sobre a tabela de serviços de custo particular, desde que efetuem pagamento à vista diretamente ao Laboratório.
Os usuários dos planos de saúde AMH e PES Global (carteira vermelha) continuam a usufruir dos serviços contratados pelo convênio. Esses atendimentos são cobrados nos extratos mensais de acordo com a tabela da Fundação CESP, que já tem um custo especial.
Anvisa muda as regras para a venda de antibióticos
Desde 28 de novembro, para comprar antibióticos nas farmácias de todo país é necessário ter uma receita médica especial em duas vias. Uma delas fica retida no estabelecimento, para o controle da ANVISA.
Essa determinação - que visa dificultar a automedicação e contribuir para reduzir o grau de resistência que algumas bactérias pelo consumo exagerado de antibióticos da população - vale para mais de 90 substâncias antimicrobianas, entre elas todos os antibióticos com registro, com exceção dos que tem uso exclusivo no ambiente hospitalar.
Segundo a nova norma, o prazo de validade para as receitas passa a ser de 10 dias.
Para agilizar a sua compra, solicite ao seu médico que o formulário de prescrição seja preenchido de forma legível e sem rasuras, em duas vias.
Pesquisa aponta que 92% dos profissionais têm autonomia cerceada pelas operadoras
Pesquisa divulgada ontem revela quais são os piores planos de saúde na opinião dos médicos credenciados. Mais de 90% dos 2.184 entrevistados em todo o País disseram sofrer interferência das operadoras em sua autonomia profissional. Para esses médicos, os principais problemas são a recusa de pagamento de consultas e procedimentos realizados (78%), pressão para reduzir o número de exames (75%) e restrições a doenças pré-existentes (70%).
Citada em todas as sete categorias, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) se destacou como a operadora que mais interfere na autonomia do médico. A Amil, mencionada em cinco aspectos, é a segunda marca com maior presença. Bradesco Saúde é lembrado entre os planos que mais interferem em período de internação pré-operatório, restrições para doenças pré-existentes e atos diagnósticos e terapêuticos mediante a designação de auditores. Já a Sul América está na primeira posição em recusa de pagamento de procedimentos, ao lado de Cassi e Amil.
Tendo como referência uma escala de 0 a 10, os médicos atribuíram, em média, nota 5 para as operadoras. O levantamento foi feito pelo Datafolha a pedido da Associação Paulista de Medicina (APM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB). Foram entrevistados médicos que tenham trabalhado com, no mínimo, três planos ou seguros saúde nos últimos cinco anos. A margem de erro é de cinco pontos porcentuais para mais ou para menos.
Os resultados são similares aos de uma pesquisa feita no Estado de São Paulo e divulgada pela APM em setembro. "Até as operadoras citadas são as mesmas. Parece haver uma conduta generalizada de algumas empresas", afirma Jorge Curi, presidente da entidade. Para ele, os dados revelados na pesquisa e a mobilização de diversas especialidades médicas para reivindicar reajustes na remuneração paga aos médicos são sinais de que o sistema de saúde suplementar está entrando em colapso.
"Criou-se a prática da consulta rápida. Como o médico não conversa direito com o paciente, precisa pedir mais exames. O paciente não se sente acolhido, procura outro médico e faz nova consulta", explica Curi. Segundo ele, esse processo eleva o custo do sistema e dificulta a resolução do problema. "Fica todo mundo insatisfeito e, muitas vezes, o paciente acaba tendo de recorrer ao SUS."
A solução apontada tanto por Curi quanto por Aloísio Tibiriça, do Conselho Federal de Medicina, é uma revisão na legislação que regulamenta o setor de forma a dar poderes à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para modular a relação entre as operadoras e os médicos. Hoje, a agência interfere apenas na relação da empresas com seus consumidores.
"Os médicos também podem entrar com processo judicial contra os planos ou denunciar os responsáveis médicos aos conselhos de medicina. Mas eles vivem com a espada do descredenciamento sobre suas cabeças. E boa parte do faturamento deles depende dos planos", diz Tibiriçá. Segundo a pesquisa, oito em cada dez consultas são provenientes de convênios médicos.
Respostas. A FenaSaúde, representante dos planos, afirma que suas afiliadas não restringem procedimentos desde que estejam previstos nas coberturas contratuais e nas diretrizes da ANS. Assim como a Sul America, a FenaSaúde diz que participa dos debates liderados pela ANS sobre os modelos de remuneração dos prestadores de serviços.
A Cassi diz estar surpresa com os resultados, pois, segundo relatório da ANS, os valores pagos por ela aos médicos estão alinhados com a média de mercado. Ressalta ainda que pesquisa realizada com usuários apontou 88% de satisfação. Amil e Medial dizem oferecer os melhores recursos na gestão da saúde de seus beneficiários e cumprir as determinações da ANS.
A Geap - Fundação de Seguridade Social conta que em 2009 não mediu esforços e reduziu em 62% as dívidas de mais de 90 dias com hospitais, médicos e fornecedores.
A Fundação CESP informa que a obstetra e ginecologista Dra. Renata Vieira de Carvalho não atenderá mais a especialidade obstetrícia. Para as pacientes que já estão realizando o pré-natal com a médica, o atendimento se estenderá até 10 de dezembro – após essa data, será necessário buscar outro profissional.
A especialidade ginecologia continuará credenciada para atendimentos eletivos.
Para consultar os recursos credenciados que melhor atendem às suas necessidades, faça a busca personalizada por meio da área de Saúde no portal, selecionando seu plano na janela 'Rede Credenciada'.
Dra. Renata Vieira de Carvalho Al. Santos, 2500 - Cerqueira César São Paulo – SP
O Hospital e Maternidade Campos Salles paralisou suas atividades em função de reformas em sua edificação – conforme divulgado pelo recurso credenciado.
Casos emergenciais e de urgência (pronto-socorro) continuarão sendo atendidos.
Para consultar os recursos credenciados que melhor atendem às suas necessidades, faça a busca personalizada por meio da área de Saúde no portal, selecionando seu plano na janela 'Rede Credenciada'.
Hospital e Maternidade Campos Salles Rua Antonio M Figueira, 200 Suzano - SP
Álcool é mais prejudicial do que a heroína ou o crack, diz estudo
Um estudo britânico que analisou os danos causados aos usuários de drogas e para as pessoas que os cercam concluiu que o álcool é mais prejudicial do que a heroína ou o crack. O estudo divulgado na revista científica "Lancet" classifica os danos causados por cada substância em uma escala de 16 pontos.
Os pesquisadores concluíram que a heroína e a anfetamina conhecida como "crystal meth" são mais danosas aos usuários, mas, quando computados também os danos às pessoas em redor do usuário, no topo das substâncias mais nocivas estão, na ordem, o álcool, a heroína e o crack.
O cigarro e a cocaína são considerados igualmente nocivos também quando se leva em conta as pessoas do círculo social dos usuários, segundo os pesquisadores. Drogas como LSD e ecstasy foram classificadas entre as menos danosas.
Apolítica
Um dos autores do estudo é David Nutt, que ocupou o cargo de principal conselheiro do governo britânico para a questão das drogas.
Após deixar o posto, no ano passado, ele formou o Comitê Científico Independente sobre Drogas, instituição que se propõe a investigar o tema de forma apolítica.
O professor Nutt afirma que "considerados os danos totais, o álcool, o crack e a heroína são claramente mais prejudiciais que todas as outras (substâncias)".
"Nossas conclusões confirmam outros trabalhos que afirmam que a classificação atual das drogas tem pouca relação com as evidências de danos", diz o estudo.
"Elas também consideram como uma estratégia de saúde pública válida e necessária o combate agressivo aos males do álcool."
Maioria dos brasileiros desconhece sintomas do AVC, alertam especialistas
A cada cinco minutos, um brasileiro morre por causa de um AVC (acidente vascular cerebral), segundo dados da ABN (Academia Brasileira de Neurologia), com base em informações do Ministério da Saúde. São quase 100.000 mortes por ano no Brasil. Nesta sexta-feira, no Dia Mundial de Combate ao AVC, especialistas alertam que a maioria dos brasileiros desconhece os sintomas da doença e não procura o médico.
Na maioria dos casos, o AVC, popularmente chamado de derrame, é causado pelo entupimento de uma artéria cerebral por um coágulo, impedindo o sangue de chegar a outras áreas do cérebro. "As pessoas esperam se vão melhorar e não procuram a emergência", alerta a integrante do Departamento de Doenças Cerebrovasculares da ABN, Sheila Martins.
Em 2008, uma pesquisa do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da USP (Universidade de São Paulo), perguntou a 800 pessoas nas ruas das cidades de Ribeirão Preto, São Paulo, Salvador e Fortaleza quais os sintomas do AVC. Somente 15,6% dos entrevistados sabiam o significado da sigla. Ainda segundo a pesquisa, a maioria dos entrevistados confundiu a doença com paralisia, congestão, trombose ou nervosismo. Os sintomas de um AVC são fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo, dificuldade para falar, entender ou enxergar, tontura repentina e dor de cabeça muito forte sem motivo aparente.
Para o neurologista e coordenador da pesquisa, Octávio Marques Pontes, o brasileiro não encara o AVC como uma doença que necessita de imediato atendimento médico, porque acha que não existe tratamento. "A doença está presente na vida das pessoas, mas a maioria vê como sem tratamento", disse. Pontes informou que, desde 2001, está disponível na rede pública e privada o tratamento trombolítico, que consiste na aplicação de remédios para desobstruir a artéria e restabelecer o fluxo sanguíneo, considerado o método mais eficaz.
A recomendação é que o paciente inicie o tratamento cinco horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. O atendimento rápido aumenta em 30% as chances de sobrevivência, segundo Pontes. Um levantamento da Associção Internacional de AVC (ISS,em inglês) constatou que 15% dos pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral podem morrer ou sofrer novo problema no prazo de um ano.
Os especialistas alertam ainda que é possível prevenir o acidente vascular, desde que sejam adotados cuidados no decorrer da vida entre eles praticar exercícios físicos, ter alimentação saudável e evitar o fumo, o consumo de álcool, além de ficar em alerta com as taxas de pressão e do colesterol. A doença incide na população com mais de 65 anos, mas pode ocorrer em jovens e até recém-nascidos.
Além da prevenção, os médicos apontam a necessidade de ampliar a rede com tratamento específico para o AVC. Atualmente, 62 hospitais públicos e privados oferecem o tratamento adequado, contra 35 em 2008, segundo a neurologista Sheila Martins. "Temos ainda muito a fazer", alertou.
Em um ranking nacional feito pela neurologista, o Rio Grande do Sul aparece com a maior taxa de mortalidade por AVC no país 75 mortes por 100 mil habitantes. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 68 mortes por 100 mil habitantes, seguido pelo Piauí, por Pernambuco e pelo Paraná. O cálculo é baseado em estatísticas do Ministério da Saúde de 2007.
A Organização Mundial de AVC estima que uma em cada seis pessoas no mundo terá um acidente vascular cerebral na vida.
Anvisa publica as novas regras para a venda de antibióticos no país
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (28), no Diário Oficial da União, as novas regras para a compra de medicamentos antibióticos em farmácias. De acordo com a resolução da Anvisa, os antibióticos deverão ser vendidos sob prescrição médica. O paciente deverá ficar com uma via da receita de controle especial, carimbada pela farmácia, como comprovante do atendimento. A outra via ficará retida no estabelecimento farmacêutico.
As farmácias deverão começar a reter a receita a partir de 28 de novembro. A prescrição médica para antibióticos terá dez dias de validade. Ela deve estar em letra legível e sem rasuras, e precisam informar o nome do medicamento ou da substância prescrita sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB), dosagem ou concentração, forma farmacêutica, quantidade e posologia; nome completo do paciente; nome do médico, registro profissional, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo); identificação de quem comprou o remédio, com nome, RG, endereço e telefone; data de emissão.
Além disso, será anotada pela farmácia a data, quantidade e número do lote do remédio, no verso. Na embalagem e no rótulo dos medicamentos contendo substâncias antimicrobianas deve constar, obrigatoriamente, na tarja vermelha, em destaque a expressão: "Venda sob prescrição médica - Só pode ser vendido com retenção da receita". A mesma frase deve constar com destaque na bula dos medicamentos.
Os fabricantes de remédios terão o prazo máximo de 180 dias para adequação quanto à embalagem, rotulagem e bula. As farmácias e drogarias poderão vender os antibióticos que estejam em embalagens sem as novas regras desde que fabricados dentro até o final deste prazo determinado. O descumprimento das determinações constitui infração sanitária "sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis".
A resolução traz ainda a lista dos antibióticos registrados na Anvisa. Veja íntegra aqui.
O telefone da Anvisa para fazer denúncias de estabelecimentos que não estejam cumprindo a lei é o 0800 642 97 82. Denúncias podem ser feitas também através do site da Anvisa.
Brasileiros são os que mais esperam cuidados da família na velhice, diz estudo
Os brasileiros são os que mais esperam ser sustentados pela família na velhice, segundo uma pesquisa feita em 12 países.
A pesquisa da multinacional de seguro de saúde Bupa, conduzida pela universidade London School of Economics, foi feita com mais de 12 mil entrevistados em junho deste ano. No Brasil, 1.005 pessoas foram ouvidas.
Três em cada quatro brasileiros entrevistados disseram acreditar que sua família vai sustentá-los na velhice. Em países como França, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha, menos de 70% das pessoas acreditam que serão sustentadas pelos parentes ao chegarem a velhice.
Os brasileiros também estão entre os que mais acreditam que a responsabilidade de ser sustentado na velhice é dos seus familiares - dois em cada três entrevistados manifestaram esta visão na pesquisa da Bupa. Na Grã-Bretanha, menos de 30% atribuem à família a responsabilidade de sustentá-los na velhice.
Planejamento
O estudo também revelou que os brasileiros são os que mais têm expectativas positivas sobre chegar à terceira idade - 17%.
Os brasileiros só perdem para os franceses na "sensação" de juventude. Entre os entrevistados com 65 anos ou mais, 72% disseram que não se sentem velhos, e 67% se declararam saudáveis.
No entanto, apesar da perspectiva positiva sobre a terceira idade, 64% dos brasileiros disseram não estar se preparando financeiramente para a velhice. Menos de 7% das pessoas disseram estar separando dinheiro para quando pararem de trabalhar.
"É realmente animador ver que tantos brasileiros não se sentem velhos e estão até com boas expectativas sobre a velhice, mas as pessoas não podem ser complacentes", disse o diretor médico da Bupa International, Sneh Khemka.
Os brasileiros também estão entre os que menos atribuem ao Estado o papel principal no sustento das pessoas idosas. Como nos Estados Unidos, Alemanha e Índia, menos de 10% dos brasileiros acreditam que a responsabilidade maior no cuidado de idosos é do Estado.
Na China e Grã-Bretanha, mais de 25% dos entrevistados esperam que o Estado os sustentará na velhice.
A pesquisa revelou que a principal preocupação das pessoas ao chegar à velhice é com doenças como câncer (para 34% dos entrevistados nos 12 países) e demência (23%).
Mortalidade por câncer entre mulheres cai 10,5%, diz pesquisa da USP
A taxa de mortalidade por câncer entre mulheres nas capitais brasileiras caiu 10,5% no período entre 1980 e 2004, aponta pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) publicada na revista da Associação Médica Brasileira. Entre os homens, a redução foi de 4,6%, ao longo dos 25 anos estudados. É uma das mais longas séries históricas sobre mortalidade por câncer com dados nacionais, e não regionais.
Em 1980, morriam por causa de câncer 105 mulheres a cada 100 mil habitantes. Em 2004, a taxa havia caído para 94 por 100 mil. Entre os homens, essa queda foi mais discreta - de 147,4 para 140,6 por 100 mil. O que mais contribuiu para essa redução foi a queda da mortalidade do câncer de estômago, afirma o médico Luiz Augusto Marcondes Fonseca, pesquisador do Departamento de Medicina Preventiva, que divide a autoria do trabalho com dois especialistas, os professores José Eluf-Neto e Victor Wunsch Filho.
"Possivelmente está diminuindo a incidência (de câncer de estômago) e isso ocorre em boa parte do mundo. Câncer é doença de longa produção, então o que se pensa é que a qualidade da comida está melhorando. Para preservar os alimentos, não se usa mais salgar ou defumar, que produzem substâncias carcinogênicas, por que se tem a geladeira", afirma o especialista. A mortalidade de homens e mulheres por causa dessa doença foi cortada pela metade: a masculina caiu de 25 por 100 mil para 13 por 100 mil, e a feminina, de 12 por 100 mil para 6 por 100 mil habitantes.
Por outro lado, houve um aumento pequeno na taxa de mortalidade de mulheres por câncer de colo de útero e pulmão. Nos homens, subiu a mortalidade por câncer de próstata. "É correta a estratégia do Ministério da Saúde de focar campanhas que tratem da saúde do homem. Historicamente, sempre se teve programa de saúde infantil, materno-infantil, saúde da mulher. E o homem é quem menos se cuida", diz Fonseca. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Está disponível desde ontem no site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o primeiro banco de dados com preços de cerca de 300 produtos de cardiologia vendidos no Brasil.
O objetivo é reduzir as distorções de preço praticadas no pagamento dos produtos.
Há preços de cateteres, marcapassos, stents (usados para desobstruir vasos), válvulas etc. A diferença nos valores chama a atenção: uma operadora pagou R$ 7.500 por um stent; outra, R$ 29.160 -389% a mais.
Pedro Baptista Bernardo, da Anvisa, diz que espera que a médio prazo as operadoras questionem os hospitais sobre as diferenças nos valores e que isso beneficie usuários do plano de saúde.
O uso indiscriminado de colírios pode trazer consequências sérias para a visão, inclusive cegueira. Oftalmologista alerta que qualquer medicamento deve ser prescrito por um especialista, mesmo o lubrificante ocular.
Os olhos, assim como a pele, são órgãos que ficam expostos e também sofrem com as mudanças climáticas. Por isso, os cuidados precisam ser intensificados. O calor e o tempo seco podem provocar sensações desconfortáveis como vermelhidão, irritação e a impressão de que os olhos estão com areia. O oftalmologista Celso Boianovsky explica que estes incômodos são típicos do chamado olho seco. "A falta de lubrificação pode, inclusive, facilitar o surgimento de infecções, como a conjuntivite, que é muito comum nesta época do ano", completa.
Boianovsky conta que o uso de lubrificantes oculares é muito comum nesta época do ano, mas chama a atenção para o fato de que usar qualquer tipo de colírio sem orientação médica é um risco para a saúde ocular, ainda que seja um medicamento simples. "Os lubrificantes não representam riscos, mas devem ser prescritos por um oftalmologista. A mesma regra vale para outros colírios utilizados para o tratamento de patologias oculares como a conjuntivite viral e bacteriana". Segundo o médico, se o medicamento for utilizado de forma incorreta pode causar sérios danos aos olhos, inclusive cegueira.
Ele esclarece que colírios com antibióticos, se forem utilizados de forma crônica e irregular, podem provocar mutações de bactérias que vão se tornar resistentes ao medicamento. Mesmo aqueles colírios para deixar os olhos branquinhos podem ter efeito colateral e provocar alterações na pressão arterial. Os cremes e pomadas para os olhos também devem ser indicados pelo oftalmologista. Diversas doenças oculares podem ter os mesmos sintomas: coceira, vermelhidão e baixa visão. Sendo assim, apenas o diagnóstico preciso pode indicar o tratamento correto.
"Se as pessoas conhecessem os riscos da utilização de colírios sem indicação médica, jamais se automedicariam. Se for utilizado de maneira errada, além de não resolver o problema pode causar outros, até mesmo que fora da região dos olhos, como taquicardia, asma e depressão", alerta Dr. Celso.
Estado de SP começa hoje a vacinar crianças contra meningite C
São Paulo - A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo disponibiliza a partir de hoje a vacina conjugada contra meningococo C, causador de uma das formas mais graves de meningite bacteriana. A vacina contra a meningite C está disponível gratuitamente em toda a rede pública do Estado para crianças menores de dois anos de idade.
De acordo com a pasta, inicialmente serão imunizadas as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade. Para essa faixa etária é necessário apenas uma dose da vacina. Em novembro, começa a campanha para crianças menores de 1 ano, que deverão tomar duas doses da vacina e uma dose de reforço quando completarem 1 ano de idade.
Antes dessa medida, a vacina estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos de meningite causada pelo meningococo C. "Aproximadamente 25% dos casos desse tipo de meningite ocorrem em crianças menores de 2 anos e a vacinação é a melhor forma de proteção contra a doença. Esta vacina tem um elevado índice de proteção, chegando a mais de 90%.", afirma Helena Sato, diretora de Imunização da secretaria.
A vacina conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Somente crianças com histórico de reação anafilática em dose anterior não devem receber a vacina.
O Hospital Infantil Sabará mudou de endereço e passa a atender em novo complexo. A mudança, segundo a instituição, visa padrões de conforto e bem-estar, tratamento de primeira linha e tecnologia de ponta para pacientes e acompanhantes. O novo prédio traz infraestrutura para tratamentos de alta complexidade em diversas áreas, pronto-socorro e centro diagnóstico.
Hospital Infantil Sabará Novo endereço: Avenida Higienópolis, 1.987 – Bairro Higienópolis São Paulo – SP. Tel.: 3155.2800
Este hospital está contratado para atender os planos AMH e PES Apartamento Rede Global.
Jovens são os que mais doam sangue em SP, segundo levantamento
Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que os idosos representam apenas 2% dos doadores de sangue em São Paulo e que as doações caem conforme a idade aumenta. Os dados são da Fundação Pró-Sangue.
De acordo com o estudo, a faixa etária de 18 a 29 anos é a que mais tem doadores, 37%, seguida por pessoas de 30 a 39 anos, que representam 31% do total. As pessoas entre 40 e 49 anos totalizam 21% das doações e aqueles entre 50 e 59, 9%.
As pessoas que têm entre 18 e 66 anos, estejam com boas condições de saúde e pesarem no mínimo 50 kg estão aptas à doação de sangue, informa o órgão.
"Embora a participação dos idosos entre os doadores seja limitada por fatores como problemas de saúde, ainda é possível aumentar esse número. A população está envelhecendo e é preciso que as pessoas mais velhas também tenham essa participação social, ajudando a salvar vidas por intermédio da doação," explica Frederico Carbone Filho, médico da Hemorrede da Secretaria.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) preconiza que 3% a 5% da população na faixa etária estipulada sejam doadores para que os estoques sejam mantidos regularmente. No Estado de São Paulo, 2% da população doa de sangue regularmente.
A Fundação Pró-Sangue possui quatro postos de coleta na capital. Para facilitar a doação, o posto Clínicas atende todos os dias da semana, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Fica na avenida Doutor Enéas Carvalho de Aguiar, número 155, 1º andar. Funciona de segunda a sexta das 7h às 19h e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h.
A lista dos postos de coleta de todo o Estado pode ser consultada nosite da secretaria. Os dias e horários de funcionamento dependem de cada unidade.
O dado, de uma nova pesquisa da Unifesp, reforça um conceito que vem somando evidências: o de que exercícios podem atuar como medicamentos, tanto prevenindo algumas doenças quanto ajudando no tratamento de outras. E, como os remédios, precisam de prescrição.
O assunto também foi um dos destaques do 22º Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e do Esporte, que aconteceu em Curitiba, na semana passada.
O estudo feito pela Unifesp, em parceria com o Celafiscs (Centro de Estudos e Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul), acompanhou 271 mulheres com mais de 60 anos, muitas delas com doenças crônicas como diabetes e hipertensão.
Foram consideradas ativas aquelas que praticavam mais de 150 minutos de atividade física por semana. As consideradas sedentárias não faziam mais de dez minutos de esforço.
"O estudo mostra que a atividade física pode estar fazendo um pouco o papel dos remédios", diz o educador físico Leonardo José da Silva, um dos autores da pesquisa. Pesquisas mostram que um idoso com doenças crônicas consome entre quatro e cinco remédios por dia.
"O sedentário tem cinco vezes mais chance de ter hipertensão arterial, por exemplo", diz José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.
"Sabe-se que pessoas fisicamente ativas têm menos risco de doenças do coração como insuficiência cardíaca, além de diabetes e doenças respiratórias", completa.
Estudos mostram que, quando a pessoa já tem uma doença crônica, os exercícios podem atuar no controle, diminuindo a progressão da doença e o uso de remédios.
PRESCRIÇÃO EXATA
"É consenso que os exercícios são coadjuvantes na prevenção e no tratamento de várias doenças, mas alguns médicos ainda não conseguem orientar a atividade de forma individualizada", diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros, da Unifesp.
O tipo e a quantidade de exercícios devem ser prescritos em função do perfil do paciente e do objetivo. "De nada adianta ouvir um genérico "você precisa se exercitar". Se a dose for baixa demais, não terá efeito. Se for excessiva, há risco de efeitos colaterais, como lesões musculares, articulares e até morte súbita", diz Lazzoli.
Isso significa que um programa para quem quer perder peso é bem diferente daquele para quem precisa controlar a pressão alta. E mesmo jovens saudáveis devem passar por uma avaliação médica completa antes de começar a praticar esportes.
Pesquisa em 15 drogarias da capital também revela diferenças de até 91,69% entre remédios de referência
Uma pesquisa realizada pelo Procon-SP entre os dias 30 de junho e 1º de julho em 15 drogarias da capital paulista revela diferenças de preços de até 295,92% entre os medicamentos genéricos e de até 91,69% entre os medicamentos de referência.
O levantamento com 52 remédios reforça a importância de o consumidor pesquisar antes de comprar, comparando preços em diversos estabelecimentos e até entre lojas da mesma rede, que podem apresentar variações significativas.
O levantamento também constatou que há uma grande diferença entre os preços de medicamentos de referência e genéricos. Por serem produzidos por vários laboratórios, os genéricos são, em geral, mais baratos.
É bom lembrar que um genérico de um mesmo laboratório também pode apresentar preços diferentes entre as drogarias e farmácias. Portanto, é essencial a pesquisa de preços sempre aliada à recomendação e prescrição médica.
Antes de uma criteriosa pesquisa de preço, é interessante que o consumidor consulte a lista de Preço Máximo ao Consumidor (PMC) disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (www.anvisa.gov.br). A consulta também poderá ser feita nas listas de preços que devem estar disponíveis ao consumidor nas unidades do comércio varejista.
As drogarias e farmácias devem etiquetar o medicamento com o preço de venda ao consumidor e não podem ultrapassar o PMC calculado de acordo com a Resolução nº 2, de 8 de março de 2010, da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. Em 31 de março, as empresas produtoras de medicamentos foram autorizadas a reajustar os preços dos produtos.
Vários fatores são determinantes de preço nesse segmento do mercado, como:
*A aplicação de descontos pode variar de acordo com as condições locais de mercado, rentabilidade da loja, condições comerciais de compra, etc;
*Em algumas drogarias de rede, há políticas comerciais diferentes para cada canal de venda (loja física, telefone e loja virtual);
*Há redes que são regidas pelo sistema de franquia e não há uma política única de preços entre os franqueados.
Com base na diversidade de política de preços adotada pelos estabelecimentos e para que fosse possível efetuar um comparativo, foram definidos os seguintes parâmetros para a pesquisa:
*Levantar, pessoalmente, os preços em farmácia/drogaria (loja física), de médio e grande porte, escolhidas aleatoriamente, distribuídas pelas cinco regiões do município de São Paulo;
*Pesquisar somente o medicamento de referência e o genérico de menor preço (apresentação definida pelo Procon, independente do laboratório) encontrado no estabelecimento no dia da coleta;
*Utilizar como critério o "preço com desconto máximo para o cliente comum", independe da exigência de cadastro do consumidor. Entendendo-se como cliente comum aquele que não tem nenhuma condição especial (aposentado, empresas, planos de saúde conveniados, etc.).
Em virtude de reformas para readequar a estrutura para atender casos de alta complexidade, o Hospital 9 de Julho suspenderá o atendimento de pacientes pediátricos em seu Pronto-Socorro a partir do dia 2 de agosto.
Somente serão atendidos casos de urgência e emergência. Os pacientes não graves serão encaminhados aos hospitais da região que mantém atendimento pediátrico.
Os atendimentos a pacientes da pediatria nas unidades de internação, unidade de terapia intensiva (UTI) e procedimentos cirúrgicos continuam normalmente.
Vimos, pelo presente comunicado, informá-lo sobre dois eventos importantes a respeito de seu plano de saúde:
1. Suspensão da reestruturação do PES; 2. Reajuste anual de 39,2% nas mensalidades com vigência a partir de setembro de 2010.
Por isso, é fundamental que você leia com atenção esta carta.
Desde abril de 2009, com a ajuda de uma consultoria especializada, analisamos a situação do PES e realizamos projeções a respeito da sustentabilidade do plano para os próximos anos. Os resultados apontaram que o plano poderia ter dificuldades financeiras no futuro, em virtude de constantes saídas de beneficiários e a não reposição com a entrada de novos participantes.
Portanto, para poder continuar oferecendo o PES a todos, com o mesmo nível de atendimento, com a mesma segurança financeira e com a qualidade de rede que sempre foram características da assistência à saúde da Fundação CESP, houve a necessidade premente de uma remodelação completa do PES conforme os estudos indicaram.
Esta remodelação, que obedece a legislação dos planos de saúde, foi baseada na criação de novos planos, mais adequados em relação aos produtos equivalentes no mercado e com oferta de serviços condizente com a realidade financeira de cada um.
Para isso, foram criados novos modelos de cobertura de rede, foi alterada a tabela de mensalidades e foram suspensos os subsídios por renda concedidos pela Fundação CESP por liberalidade.
Todas estas modificações foram amplamente divulgadas aos participantes e estavam previstas para vigorar a partir de setembro de 2010. A criação de novos modelos de planos para o PES não eliminaria a existência dos planos atuais, sendo que a migração disponibilizada pela Fundação CESP seria opcional aos usuários, sem carências nos novos planos.
Esse projeto foi recomendado pelo Comitê do PES - órgão de assessoramento do Conselho Deliberativo cujos membros, em sua maioria, são representantes de entidades sindicais e associações de participantes -, e aprovado pelo Conselho Deliberativo da entidade, órgão paritário com representantes de participantes e assistidos, também de entidades sindicais e associativas.
No entanto, ocorreram nas últimas semanas manifestações dos usuários e entidades associativas e sindicais contra a reestruturação do PES, especialmente no tocante às novas mensalidades. Estas manifestações chegaram a nós por meio das entidades sindicais e associações de classe representativas de grande parte dos usuários do PES.
Diante desses movimentos e da falta de compreensão da importância do projeto para a sustentabilidade do PES a longo prazo, que poderiam culminar em ações judiciais e, portanto, inviabilizar permanentemente toda a reestruturação e o próprio PES, a Fundação CESP se viu na difícil situação de ter que suspender o projeto para que os usuários, associações e entidades sindicais e de classe, possam compreender melhor e participar da referida reestruturação.
Para preservar a saúde e o equilíbrio financeiro dos planos, fez-se necessária a aplicação imediata de um reajuste anual linear (a todos os usuários dos atuais planos, os quais permanecem inalterados em sua estrutura) de 39,2% sobre as mensalidades atuais, que vinham sem nenhuma correção pelos últimos 16 meses, ou seja, desde maio de 2009. Os estudos que levaram à suspensão do projeto e ao presente reajuste foram aprovados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Deliberativo, em 22 de julho. O reajuste citado terá vigência em 1º de setembro de 2010 a agosto de 2011. Fica, assim, suspensa a criação dos novos planos.
A Fundação CESP reafirma que a reestruturação do PES, tal como proposta anteriormente, é a melhor solução tecnicamente viável para que ele continue existindo no longo prazo. Assim, esse aumento anual linear é somente uma medida de curto prazo até que uma solução em concordância entre as partes possa ser obtida.
A Fundação CESP entende que faz parte de suas práticas de governança ouvir as demandas de seus participantes e tem como seu principal papel buscar com excelência e competência a viabilidade de seus produtos e serviços, para assim assegurar a perenidade dos mesmos.
Pensar no futuro da entidade e cuidar de seus participantes é um de nossos maiores valores.
Estamos à disposição para esclarecer as suas dúvidas por meio de nossa Central de Atendimento pessoal ou pelo Disque-Fundação (11 3065 3000 ou 0800 0127173).
Agradecemos sua compreensão e a confiança depositada em nossa entidade.
Por serem um grupo fechado, que não visa lucro, as autogestões deveriam ter regulamentos mais adequados às suas especificidades
As autogestões em saúde estão em rota de extinção e a reversão desse quadro vai depender de uma reforma na regulação do setor. A análise é da presidente da Unidas, Iolanda Ramos, e baseia-se na constatação de que, embora nos últimos anos o número de vidas associadas às autogestões tenha se mantido estável, o mesmo não aconteceu com a faixa etária dos beneficiários desse serviço: o envelhecimento dessa população tem sido vertiginoso, sinal de que falta oxigenação ao sistema. Essa estabilidade no número de vidas nas autogestões representa, a rigor, uma estagnação, uma vez que todos os demais segmentos da saúde suplementar apresentaram crescimento, inclusive as entidades filantrópicas."Se não adotarmos uma medida rápida e eficiente, da qual todas as entidades participem, a extinção das autogestões será uma possibilidade cada vez mais provável", afirmou a dirigente durante o I Seminário dos Dirigentes e Gestores das Instituições de Autogestão em Saúde, sob o tema "A Sustentabilidade da Autogestão". Segundo ela, a regulação aplicada às autogestões, a mesma das operadoras de mercado, é que está impedindo a oxigenação.
O evento abordou o atual movimento de concentração do mercado como um dos fatores complicadores para as autogestões. Segundo Iolanda Ramos, os grandes grupos estão comprando hospitais e clínicas, a fim de ampliarem suas bases. Em algumas regiões o cooperativismo já é predominante no mercado, o que restringe acentuadamente a oferta de serviços para as autogestões. O presidente da Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo) em São Paulo, Cyro Alves de Britto Filho, sugeriu que se defenda junto à ANS que as autogestões, assim como as pequenas operadoras, não sejam obrigadas a cumprir integralmente o rol de procedimentos. A medida permitiria a comercialização de planos mais econômicos. Um plano que não cobrisse transplantes, por exemplo, custaria muito menos e possibilitaria acesso a um número maior de pessoas.
Na mesma linha apresentada pela Abrange, ficou decidido que a Unidas vai trabalhar para que a ANS regule de forma mais simplificada o segmento das autogestões, que têm basicamente as mesmas obrigações de uma operadora de mercado que atua como grupo aberto, visando lucro. "Nós entendemos que a regulação é importante, mas o que estamos buscando é que os regulamentos sejam mais adequados às especificidades da autogestão. Por serem um grupo fechado que não visa lucro, as autogestões deveriam se manter sem a necessidade de um Back Office tão estruturado", disse Iolanda Ramos.
Entraves No painel, Ações judiciais, Atos Administrativos e os Reflexos na Autogestão, discutiu-se o teor de uma ação que teve origem no Tribunal de Contas da União e hoje encontra-se em fase de votação no Supremo Tribunal Federal, segundo a qual a autogestão só poderia firmar convênio com o seu instituidor. Uma limitação dessas representaria um novo entrave para as autogestões. A Capesesp, por exemplo, fundo de pensão patrocinado pela Funasa e que possui um dos maiores planos de assistência à saúde em regime de autogestão, mantém convênio com vários outros órgãos. Se a votação for desfavorável às autogestões os demais convênios terão de ser rompidos e a atuação do segmento nos órgãos públicos federais ficará limitada. "Se isso acontecer não haverá renovação das carteiras, que ficarão ainda mais envelhecidas e, consequentemente, os custos também aumentarão", alertou Iolanda Ramos.
Soluções para a sustentabilidade No evento promovido pela Unidas surgiu a proposta de tornar mais flexíveis as regras para o segmento como medida para revigorar o sistema. "Manteríamos a autogestão tradicional e as autogestões que assim desejassem poderiam optar pela modalidade mais ampla", explicou Iolanda Ramos. "A nova entidade também não visaria lucro e teria regras mais flexíveis, que permitissem a entrada de um público mais amplo no sistema, que fosse além do 3º. grau de parentesco".
Defendeu-se, também, o lançamento de planos individuais, que foram denominados como autogestão "aberta". Pegue-se, por exemplo, a Sabesprev. O primeiro passo seria cindir a autogestão do fundo de pensão. Com outro CNPJ, a Sabesprev Saúde poderia ter como público alvo os demais parceiros da Sabesp,entre os quais, os empregados das entidades como a associação Sabesp, a associação dos aposentados e pensionistas,os sindicatos, etc. A medida traria vidas mais jovens para o sistema. "O que não podemos é continuar como estamos", reiterou Iolanda Ramos. "Os ativos vão diminuindo porque as empresas estão reduzindo seu corpo de trabalhadores e a os inativos vão aumentando porque a expectativa de vida está cada vez maior".
Verticalização Uma eventual verticalização dentro das autogestões também foi cogitada. A medicina de grupo trabalha há muitos anos com essa filosofia: ter dentro da mesma estrutura toda a cadeia de serviço, consultórios, clínicas e o próprio hospital. Segundo Iolanda Ramos, a idéia da verticalização é considerada viável pelos especialistas mas deve ser precedida por uma consulta junto aos prestadores de serviços. Afinal, são os médicos que internam os pacientes. As palestras também abordaram a possibilidade de uma verticalização virtual. Ao invés de investir numa estrutura própria, o sistema poderia dispor de uma estrutura já existente. Por exemplo, ter um andar num grande hospital só para o público das autogestões.
Mobilização política Os participantes do evento elegeram as sugestões que se tornariam compromissos não só da Unidas mas de todos os dirigentes de autogestões em saúde. Foi lavrado um documento que passa a ser a diretriz do setor.
Entre os vários compromissos firmados, um deles originou-se da preocupação com os mais de mil projetos de lei que tramitam atualmente no Congresso Nacional e que afetam direta ou indiretamente as autogestões. Por sugestão da assessoria parlamentar da Unidas, ficou decidido que a entidade passará a fazer um acompanhamento desses trâmites e buscará aliados no Legislativo que a ajudem na defesa daquilo que não afete negativamente o segmento que representa.
Outro acordo foi o de tentar ampliar o alcance da Lei 9.961, que estabelece as atribuições da ANS, prevendo a obrigatoriedade de o órgão também regular os prestadores de serviço. Atualmente as regulações incidem somente sobre as operadoras que, no entanto, dependem muitas vezes do prestador de serviço para o cumprimento de algumas obrigações. Por exemplo, a elaboração da TISS, Troca de Informações de Saúde Suplementar, é uma obrigação da operadora, mas as informações vêm obrigatoriamente do prestador de serviço. Se ele não fornecer o dado, não sofrerá nenhuma sanção uma vez que não está sob a regulamentação da agência.
Também entraram na composição do documento, os seguintes compromissos: manter investimentos em profissionalização e capacitação de profissionais da autogestão; buscar parcerias com entidade e instituições para melhor defender o interesses da autogestão em saúde; defender a criação da modalidade aberta; fazer gestão junto às entidades representativas dos magistrados na tentativa de minimizar a judicialização da saúde e a avalanche de decisões judiciais em descompasso com a cobertura oferecida pelas operadoras; e combater o avanço das empresas lucrativas da saúde suplementar sobre a população assistida pelo segmento da autogestão.
Por motivo de reestruturação interna, o Hospital São Caetano (Rua Espírito Santo, 277 – São Caetano do Sul) suspendeu temporariamente o atendimento aos beneficiados de diversos convênios, inclusive dos planos de saúde administrados pela Fundação CESP. A interrupção aplica-se também ao Pronto Atendimento. De acordo com comunicado enviado pela diretoria administrativa do recurso credenciado, não há estimativa para quando os atendimentos serão restabelecidos.
Para consultar os recursos credenciados que melhor atendem às suas necessidades, faça a busca personalizada por meio da área de Saúde no portal, selecionando seu plano na janela 'Rede Credenciada'.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) está realizando uma campanha para reduzir o consumo de sal no país. O produto consumido em excesso agrava o estado de saúde dos hipertensos e pode causar complicações, como derrames. De acordo com a entidade, a hipertensão atinge cerca de 30% da população. Segundo o diretor de Promoção Social da SBC, Dikran Armaganijan, uma das medidas defendidas pela entidade é a mudança nos rótulos dos alimentos industrializados, que deveriam substituir o termo cloreto de sódio pelo nome popular: sal. Uma pesquisa da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, promovida com pacientes hipertensos atendidos no Hospital Dante Pazzanese, constatou que 93% deles simplesmente desconhecem a diferença entre sal e cloreto de sódio. Armaganijan destacou ainda que a quantidade de sódio precisa ser multiplicada por 2,5 para corresponder ao total de sal presente no alimento. Para o médico, essa alteração nos rótulos é importante devido a grande quantidade de sal presente nos alimentos industrializados. "A indústria brasileira mantém uma quantidade excessiva de sal nos alimentos. E nós, brasileiros, não estamos acostumados a ler a composição dos produtos." A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu novas normas para as propagandas dos produtos com grande quantidade de açúcar, sódio e gordura saturada ou trans (gordura vegetal que passa por um processo de hidrogenação natural ou industrial). As empresas têm seis meses para apresentar alertas nas propagandas sobre os riscos do consumo excessivo. A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) reagiu à determinação da Anvisa e prometeu questionar a resolução judicialmente. Segundo a entidade, o consumo excessivo de alimentos possivelmente prejudiciais "é muito mais reflexo dos hábitos alimentares da população do que da composição dos produtos industrializados".
Além de pressionar a Anvisa sobre a necessidade das mudanças nos rótulos dos alimentos, a SBC vem promovendo várias ações de conscientização. Um exemplo são os dias temáticos de combate à hipertensão, onde os médicos medem a pressão da população em locais públicos e alertam sobre os perigos da pressão alta. "Eu acho que essas comunicações constantes devem alertar a população a se interessar um pouquinho mais", disse Armaganijan.
Rene Jorge Abdalla, diretor do Instituto do Joelho do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, chama a atenção para a estimativa de que mais da metade das lesões ocorridas durante atividades físicas de crianças e adolescentes poderia ser prevenida se os pais tivessem orientado seus filhos de forma adequada. Durante o período das férias de julho, quando o tempo livre aumenta com a suspensão temporária das aulas e atividades regulares, essa atenção deve ser redobrada, segundo ele.
Para Abdalla, é preciso avaliar o nível de dificuldade de cada esporte para saber se são compatíveis com a idade e o tamanho da criança. "Garanta que a criança, ao andar de bicicleta, patins ou skate, sempre utilize roupas adequadas e proteção apropriada, como capacete, joelheiras e cotoveleiras", recomenda.
Outro ponto importante a ser observado pelos pais, de acordo com ele, é se a pessoa que treina a criança ou o adolescente está capacitada a prestar um serviço de primeiros socorros em caso de acidentes. "As crianças devem ter um tempo adequado de intervalo entre as atividades e não devem continuar a jogar se estiverem machucadas", orienta.
Com os avanços da medicina e o envelhecimento da população, o custo da saúde sobe acima da inflação
Por Marcelo Sakate
Arcar com os custos crescentes da saúde é um dos grandes desafios das sociedades desenvolvidas. O ritmo de expansão dos gastos com prevenção e tratamentos é maior que o da economia, e os preços dos serviços médicos avançam mais rápido do que a inflação. Evidente há anos em países ricos, esse quadro começa a ficar exposto no Brasil. O custo médio de uma internação, para um plano de saúde, é da ordem de 6100 reais. Há cinco anos, um atendimento similar ficava em torno de 4000 reais. Tratamentos tão diversos como artroscopia (cirurgia nas articulacões), extração da vesícula e diagnósticos por imagem encareceram, nos últimos cinco anos, num ritmo que chega a ser o dobro do da inflação. Nos Estados Unidos, essa escalada é observada há três décadas. No Brasil ainda existem poucas estatísticas a respeito. Um esforço nesse sentido partiu do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), órgão criado por grandes operadoras do setor. Desde 2007, a instituição analisa os custos dos serviços utilizados pelos 43 milhões de brasileiros que possuem seguro médico. Nos últimos três anos, essas despesas acumulam alta de 33,4%, para uma inflação de 15,4%. Apenas em 2009, houve alta de 12%, o triplo da inflação geral medida pelo IPCA.
A primeira explicação para essa alta, dizem os especialistas, está na incorporação de novas tecnologias. Os avanços trouxeram exatidão a diagnósticos, criaram medicamentos mais eficientes e deram sobrevida a pacientes que até pouco tempo atrás estariam condenados. Mas, ao contrário do que acontece em outros setores da economia, nos quais a tecnologia reduz custos, na medicina os novos tratamentos, além de ser mais caros, somam-se aos já existentes, em vez de substituí-los. É o caso do PET/CT, um dos exames mais precisos em diagnóstico por imagem lançados nos últimos anos, que associa a tomografia por emissão de pósitrons à tomografia computadorizada. O procedimento custa ao redor de 5000 reais. Ainda assim, seu uso não aposentou exames como a ressonância magnética e a própria tomografia computadorizada.
A segunda explicação para o encarecimento da saúde advém de uma notícia positiva, a longevidade (veja o quadro ao lado) - reflexo, em boa medida, do próprio avanço na medicina. Há duas décadas, sete em cada 100 brasileiros tinham idade superior a 60 anos. Agora, são dez em 100. Isso é sinônimo de melhoria nos padrões de vida. Mas na velhice os gastos médicos disparam. Os idosos agendam quase o dobro de consultas e sofrem tres vezes mais internações do que pessoas entre 19 e 23 anos. "Hoje, aqueles que têm de 20 a 30 anos arcam com parte das despesas relativas aos idosos. Os mais velhos pagam menos pelo plano de saúde do que de fato custam para as operadoras", afirma José Cechin, superintendente executivo do lesse ex-ministro da Previdência.
Os brasileiros devem se preparar para gastar mais com saúde. Essa é a tendência. Segundo a recém-divulgada Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE (POF), medicamentos e serviços médicos representaram 7.2% das despesas totais das famílias no ano passado, diante de um porcentual de 6,5% verificado seis anos antes. Ainda que a pressão pelo aumento das despesas seja incontornável, há um consenso em torno da necessidade de aperfeiçoar a gestão e, assim, fazer mais com os mesmos reais. O primeiro passo deve ser a contenção de desperdício. "É preciso administrar melhor o atendimento médico", diz Carlos Alberto Suslik, coordenador do MBA executivo em gestão da saúde do Insper. "Gasta-se muito com procedimentos questionáveis. É natural que o paciente só queira o mais avançado, mas nem sempre isso é o mais adequado para a sua doença."
Apesar de pagarem caro pelos seus planos, os segurados não deveriam correr ao pronto - socorro e fazer uma bateria de exames ao primeiro sinal de cólica. A utilização excessiva dos serviços torna o sistema caro para todos. Médicos e hospitais deveriam ser mais criteriosos antes de agendar procedimentos nem sempre necessários. Quanto às operadoras, elas precisam aprender a controlar os custos sem comprometer o atendimento que prestam. No futura próximo, a qualidade do serviço médico dependerá do equilíbrio entre esses interesses com frequência conflitantes.
A vida depois dos 100
Atualmente, apenas uma em cada 6000 pessoas chega aos 100 anos de idade. A ciência, contudo, tem dado passos decisivos para compreender o fenômeno da "longevidade excepcional". Um artigo publicado na versão on-line da revista Science, na última quinta-feira, representa um grande avanço na identificação dos mecanismos genéticos que ajudam certas pessoas a atingir essa idade avançada. Liderados pelo geriatra Thomas Peris, pesquisadores da Universidade de Boston compararam os genes de 1055 centenários com os de um grupo de 1267 pessoas mais jovens.A equipe de peris observou 150 variações genéticas comuns aos centenários - e muito pouco frequentes entre os demais. É a primeira vez que se identifica um grupo tão grande de características genéticas associadas à idade provecta. A partir da descoberta, os pesquisadores desenvolveram um modelo estatístico inédito que permitiu predizer, com 77% de acurácia, a probabilidade de alguém ultrapassar a marca dos 100 anos.
A importância do estudo vai além de prever o tempo de vida sob o ponto de vista genético. "O grande impacto da descoberta está em contribuir para o melhor entendimento dos mecanismos associados a deflagração, ou não, das doenças típicas do envelhecimento", explica o geneticista Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica. O trabalho identificou, tanto nos voluntários mais novos quanto nos mais velhos, um número semelhante de combinações genéticas que predispõem às doenças ligadas a idade - diabetes, hipertensão e Alzheimer, por exemplo. Intui-se, portanto, que os 150 marcadores genéticos comuns aos centenários ajudam a protegê-los contra essas doenças - ou ao menos a postergar o aparecimento delas.
Apesar da comprovação do importante papel dos genes no processo da longevidade excepcional, os pesquisadores da Universidade de Boston são os primeiros a alertar para a influência do estilo de vida na conquista dos anos a mais. Segundo uma das autoras do estudo, a professora de bioestatística Paola Sebastiani, a maioria dos centenários envolvidos no trabalho mantinha rotinas saudáveis. Eles eram adeptos de uma dieta balanceada e não fumavam. Em qualquer situação e idade, é sempre preciso ajudar a genética", conclui o geriatra Wilson Jacob Filho, diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
No período de fevereiro a abril de 2010 foram credenciados 55 novos recursos de saúde, em diversas cidades, aos planos administrados pela Fundação CESP. É possível consultar a relação completa de recursos credenciados através da opção "Rede Credenciada – Selecione seu plano" na área de Saúde do Portal. Conheça abaixo alguns dos novos recursos credenciados.
S.J. RIO PRETO Recurso Credenciado: Leandro Alexandre Chandretti Especialidade: Cirurgião Dentista, Clínico Geral Bairro: Vila Redentora Telefone: 17. 3233-1833
SÃO PEDRO Recurso Credenciado: Rosana Galiego Igual Giovannini Especialidade: Orientação de pais, Psicodiagnóstico, Psicoterapia Individual (adolescentes e crianças) Bairro: Santa Cruz Telefone: 19. 3483-2555
TRÊS LOGOAS Recurso Credenciado: Medsport Especialidade: Fisioterapia, Ortopedia e Traumatologia, RPG – Reeducação Postural Global Bairro: Centro Telefone: 67. 3521-4000
TRÊS LAGOAS Recurso Credenciado: Laboratório Benez de Patologia Clínica Especialidade: Patologia Clínica Bairro: Colinos Telefone: 67. 3522-0233
VALINHOS Recurso Credenciado: Juliana Antonel Casagrande Delben Especialidade: Ginecologia, Obstetrícia Bairro: Vila Nova Valinhos Telefone: 19. 3929-5555
Uma vida sedentária é reconhecidamente a causa dos aumentos dos níveis de obesidade em todo o mundo. Mas o que pouca gente sabe é que a falta de uma rotina de exercícios físicos também pode piorar a saúde mental em longo prazo, levando a uma maior incidência da depressão, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), síndrome alcoólica fetal e também doenças cerebrais degenerativas, como a doença de Alzheimer.
Apesar da falta de uma ligação direta entre atividades físicas e melhora na saúde mental, as evidências de que exercícios cardiovasculares ajudam a prevenir – ou mesmo reverter – os déficits cognitivos de uma forma geral são crescentes, década após década. Os exercícios estimulam a criação de novos neurônios e melhoram as conexões neurais. Além disso, a capacidade de aprendizado e a memória também são beneficiadas.
"Os resultados são universais", diz Art Kramer, da Universidade de Illinois, nos EUA, que publicou uma meta-análise das pesquisas sobre o tema e publicou os resultados no periódico Trends in Cognitive Sciences.
Resultados sólidos comprovam os benefícios
Um dos estudos mais recentes foi feito por uma universidade sueca e publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences. A partir do prontuário médico de mais de 1 milhão de jovens em idade de se alistar no exército (com média de 18 anos), acompanhados entre 1968 e 1994, os pesquisadores apontam que quanto melhor a saúde cardiovascular, melhores as médias de inteligência lógica, habilidade verbal e saúde ocular. "As estatísticas desse estudo são bastante sólidas", diz Kramer.
A única coisa que não é consenso é o quanto de exercício é necessário para que se consigam os efeitos desejados. "Mas o que sabemos é que 'não tem jantar de graça'. Quando se para com uma rotina de exercícios, perde-se imediatamente os benefícios alcançados", afirma Kramer.
Mas para o pesquisador, o pior que pode acontecer quando se faz exercício é ter um corpo mais saudável. "E na melhor das hipóteses, algumas pessoas podem melhorar suas capacidades cognitivas e se proteger contras diversas condições de saúde física e mental. Na média, todos que se exercitam sairão beneficiados. Lembrando que as pessoas devem ser acompanhadas por um profissional de saúde", diz Brian Christie, da Universidade de Vitória, no Canadá, e que também participou do estudo.
O inconfundível som das vuvuzelas - um dos principais destaques da Copa do Mundo da África do Sul - pode causar zumbido temporário no ouvido e até danos permanentes à audição, segundo o Royal National Institute for Deaf People, instituição que cuida de deficientes auditivos no Reino Unido. Para evitar problemas auditivos, os especialistas recomendam que os torcedores protejam seus ouvidos com protetores auriculares, e cobram providências da Fifa.
De acordo com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, o ouvido humano pode suportar um som de até 85 decibéis. E, segundo especialistas, essas "cornetas de plástico" podem emitir sons de até 125 decibéis, mais alto do uma serra elétrica ou cortador de grama, que chegam a 110 decibéis, e uma sirene de ambulância, que pode chegar a 120.
A especialista Angela King destaca que "os torcedores estão correndo risco de zumbido - sensação de barulho percebida dentro do ouvido, na ausência de uma fonte externa de sons - ou de danificar permanentemente seus ouvidos se não combaterem os efeitos acumulados da exposição aos altos volumes das vuvuzelas e da música alta durante a Copa do Mundo". Por isso, a organização britânica defende a medição dos sons durante os jogos e que a Fifa distribua, gratuitamente, protetores de ouvido para os torcedores antes das partidas.
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) lançou uma campanha ontem, no Dia Mundial Sem Tabaco, para alertar as mulheres sobre os danos à saúde causados pelo cigarro. O órgão fez um levantamento de estudos científicos realizados nos últimos anos e destacou que o fumo, aliado a fatores específicos relacionados à vida feminina, pode aumentar em até dez vezes o risco de enfartes.
Segundo relatório divulgado pelo instituto, mulheres que fumam e usam pílulas anticoncepcionais têm dez vezes mais chances de sofrer ataques cardíacos e embolia pulmonar do que as não-fumantes que usam o mesmo método de controle de natalidade. O risco de doenças do sistema circulatório ainda aumenta em 39% e as chances de desenvolver doenças coronarianas, em 22%. O medicamento facilita a formação de coágulos e o cigarro obstrui as paredes dos vasos sanguíneos.
O Inca destaca que o tabagismo é responsável por 40% das mortes de mulheres com menos de 65 anos em todo o mundo. "Além disso, o número de casos de câncer de pulmão aumentou muito entre as mulheres, porque elas absorvem mais fumaça que os homens quando fumam - há estudos científicos que comprovam isso", disse o diretor-geral do Inca, Luiz Antônio Santini.
A escolha do tema do Dia Mundial Sem Tabaco em 2010 foi uma iniciativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), que aponta a mulher como principal vítima das campanhas publicitárias dos fabricantes de cigarros. "Embora o tabagismo no mundo esteja diminuindo, a redução não é tão significativa em relação às mulheres", afirmou Santini.
De acordo com a OMS, ações de marketing usam categorias "ilusórias", como os cigarros "light", para atrair mulheres. A organização afirma que 63% dos consumidores desses produtos são do sexo feminino e diz que fumantes desses tipos de cigarro tendem a fumar mais e a inalar mais fumaça para absorver a quantidade necessária de nicotina.
Infertilidade
O relatório apresentado pelo Inca aponta também os danos causados pelo cigarro à fertilidade e à gravidez. Segundo o texto, mulheres fumantes que não usam pílulas anticoncepcionais têm a taxa de fertilidade reduzida em 24%, devido à concentração de nicotina no ovário. Quem fuma antes da gravidez pode ter duas vezes mais chances de ter dificuldades de concepção.
O diretor-geral do Inca também cobrou a aprovação de uma legislação federal, em tramitação no Congresso, que proíba os fumódromos em ambientes fechados, a exemplo do que estabelecem leis em vigor em São Paulo, no Rio de Janeiro e em outros Estados. "Há resistência dos setores ligados à indústria (do tabaco), mas as leis estaduais mostraram que (as medidas) são eficazes", afirmou Santini.
A proteção contra a exposição à fumaça em ambientes fechados é uma das recomendações da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco, assinada pelo Brasil. A lei 9.294 de 1996 proíbe o fumo em recintos coletivos, mas permite a criação de ambientes exclusivos para fumantes.
As regiões do litoral norte e sul paulista vivem um surto de dengue. Foram registrados 22.346 casos até o mês passado, contra 438 na mesma época de 2009, em nove cidades analisadas. O número de óbitos em decorrência da doença saltou de 1 para 51.
Santos lidera o ranking de municípios do litoral com mais mortes por dengue, com 22 ocorrências confirmadas. A epidemia é a maior dos últimos sete anos. O aumento de contaminados pelo Aedes aegypti subiu mais de 58 vezes, segundo dados da Secretaria de Saúde municipal, em comparação a 2009. Campanhas recomendando cuidados estão sendo feitas até na espera de chamadas telefônicas da prefeitura.
Outra cidade afetada é Guarujá. Os casos subiram de 47 para 6.732 em um ano. Célia Bezerra, chefe da vigilância epidemiológica, liga o número ao aumento de focos do inseto. "A população precisa reduzir o número de criadouros", diz. "Não adianta só o poder público fazer a sua parte." O Guarujá registra 47 mortes por dengue em 2010.
Os dados de São Vicente chamam a atenção. Após não ter ocorrências no primeiro semestre de 2009, o município registrou 3.269 episódios confirmados. Por complicações, seis deles terminaram em morte. Bertioga apresentou aumento de mais de 6.000% nas ocorrências da doença. O número de pacientes infectados cresceu de 10 para 605. Segundo a prefeitura, um paciente morreu porque procurou tratamento tardiamente.
Mesmo em cidades do litoral sul que não tiveram mortes, como Praia Grande, a incidência de registros disparou. De 48 casos, o número saltou para 646.
Litoral norte
Entre os municípios do litoral norte analisados, São Sebastião apresentou maior número de pacientes. Foram 1.243 casos no ano, aumento de mais de 1.000%, e 1 morte. Em Caraguatatuba, a dengue matou quatro pessoas desde janeiro. Escolas têm recomendado que os alunos apliquem repelente durante as aulas. O acréscimo de ocorrências, em comparação a 2009, é de 1.119 casos.
Ilhabela e Ubatuba também vivem surto. O aumento de contaminados em ambas foi de mais de 10 vezes que na mesma época de 2009. Responsáveis pela saúde desses municípios dizem que as altas temperaturas, somadas a um maior período de chuvas, propiciou ambiente favorável à proliferação do mosquito. As informações são do Jornal da Tarde.
Um dos grandes desafios deste século revelado por inúmeros estudos mundiais é o envelhecimento da população. Em 2002, o número estimado de pessoas de 60 anos ou mais era de cerca de 600 milhões, e as projeções indicam que em 2050 a população de idosos chegará a dois bilhões. Por isso alguns temas de vital importância sobre o envelhecimento passaram a ser discutidos nas várias instituições sociais: na educação, na economia, na política, na família e questões relevantes surgem como pontos de reflexão para prevenção.
No Brasil, de acordo com o IBGE/ PNAD2, em 2002 a população de 60 anos ou mais era de 16 milhões (9.3% da população total), e a maioria se concentrava na faixa entre 60 e 69 anos. De lá para cá a expectativa de vida passou a ser 77 para homens e 80 para as mulheres. Estas pesquisas indicam que em 2025, o Brasil ocupará a sexta posição em termos de envelhecimento populacional e terá 31 milhões de pessoas com 60 anos ou mais.
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O acesso à medicina fica mais frequente na terceira idade, mas é bom observar que é muito comum que essas pessoas que estão envelhecendo começam a se preocupar com doenças, e não necessariamente se prevenir, palavras com sentidos – e respostas em se tratando de bem-estar – bastante diferentes.
"A doenças começam a se relacionar com fatores, como a carência afetiva. Isso, muitas vezes, leva o idoso a chamar a atenção dos familiares através de doenças psicossomáticas de fundo emocional", diz Leila Perez Sanchez, socióloga e coordenadora da Universidade Sênior da Terceira Idade, curso mantido pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). É nesse momento que, associados a estas condições, aparecem questões ligadas à ingestão indiscriminada de medicamentos que, no início, são uma necessidade, mas que acabam por se transformar em hábito.
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"A utilização de medicamentos na terceira idade representa aproximadamente 25% dos medicamentos vendidos", pontua a especialista. E a automedicação nesta faixa etária, assim como o uso continuado e sem critério é muito grande.
"Nessa idade há o consumo constante e indiscriminado de medicamentos liberados – e de fácil acesso nas farmácias – como laxantes, antiácidos, analgésicos, vitaminas, anti-gripais, e isto normalmente ocorre sem conhecimento do profissional de saúde", exemplifica Leila. "Chega a um ponto onde, frente a qualquer mal estar, recorre-se automaticamente aos medicamentos corriqueiros antes de se cogitar a ida ao médico", diz a socióloga.
De um lado isso, algumas, vezes leva a consequências inesperadas, pois pode haver reações adversas quando se mistura esse tipo de consumo de fármacos diversos aos medicamentos de uso constante, normais nessa idade. De outro, algumas dores tratadas como rotineiras podem mascarar condições mais sérias e levar o médico a um diagnóstico errado.
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"A preocupação com a dependência de medicamentos é tanto no âmbito da necessidade física quanto da psicológica. Pois se de um lado trata-se de questão indutora da manutenção do bom estado físico e mental, do outro lado trata-se de um motivo para mantê-la bem."
Por isso, aponta Leila, é necessário que os idosos tenham algum tipo de convivência social com pessoas que possam compartilhar os mesmos problemas e soluções que eles estão se deparando.
"Os alunos de Universidades da Terceira Idade – cursos que muitas faculdades oferecem e que absorvem um grande público de idosos –, por exemplo, passam a conviver melhor com suas ansiedades e medos após o ingresso nesse tipo de curso, pois têm um grupo para 'trocar' ideias. Com isso acabam utilizando menos remédios, e melhoram o convívio com seus familiares e com outras pessoas que têm contato", finaliza Leila Perez.
Chá de alho é um ingrediente famoso contra as gripes entre as receitas populares. Será verdade? Sim, em períodos de mudanças bruscas de temperatura, situação típica do outono, existem alimentos capazes de reforçar as defesas do corpo, afirmam os especialistas. Essa missão cabe especialmente aos hortifrútis ricos em vitaminas dos tipos A ou E, assim como aos alimentos que contêm grandes quantidades de minerais, como zinco e selênio.
"O nosso sistema imunológico tem a função de defender o organismo e deve ser visto como um órgão. Ele precisa de cuidados, e a alimentação saudável é um deles", diz o especialista em gripe e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), João Toledo Neto.
Segundo Toledo, uma alimentação deficiente pode deixar o corpo mais suscetível a doenças. "É a carência de nutrientes que enfraquece a defesa do organismo", diz Toledo. "O sistema imunológico é desenvolvido já no feto. E o aspecto nutricional é importante desde quando se nasce", completa. Para ele, fazer atividades físicas deve ser um complemento da boa alimentação no reforço do sistema imunológico.
Para que os alimentos exerçam uma função protetora, os nutrientes devem ser ingeridos diariamente. "Comer um alimento funcional esporadicamente não trará nenhuma melhora à saúde", alerta o nutrólogo Edson Credidio, doutor em Ciências de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Para a nutricionista do Hospital das Clínicas da Unicamp, Salete Brito, a dica é apostar em uma alimentação balanceada. "O corpo é uma máquina e, para funcionar bem, precisa de todos os nutrientes. Não podemos esquecer dos carboidratos, proteínas, vitaminas, minerais e gordura, como a do ômega 3."
Se alguns alimentos atuam como reforços, outros podem ser vilões. "Frituras e embutidos potencializam a produção de radicais livres, o que pode aumentar a resposta inflamatória devido ao alto teor de gordura", afirma a nutróloga Sandra Lúcia Fernandes, da Sociedade Brasileira de Nutrologia (Abran).
A Fundação CESP comunica que, a partir de 27 de maio, o Memorial Hospital Sociedade Civil – Hospital São Paulo, em Ribeirão Preto, somente oferecerá atendimento para internações, sejam eletivas ou de urgências.
Para os serviços gerais de urgência/emergência ou ambulatorial, os usuários da região podem contar com o atendimento de outros recursos credenciados.Clique aqui e consulte a rede da Fundação CESP nessa região de acordo com o seu plano.
Os usuários do PES e AMH, em faixa etária não contemplada pela campanha de vacinação do Ministério da Saúde, poderão receber a vacina contra a gripe A H1N1 na rede credenciada da Fundação CESP – custeando o percentual de co-participação referente ao seu plano.
FAIXAS ETÁRIAS COBERTAS PELO PES E AMH
(para vacinação contra a Gripe A H1N1)
Idosos com 60 anos ou mais, não portadores de doenças crônicas;
Crianças e adultos entre 3 e 19 anos (crianças até 9 anos deverão receber duas doses da vacina no intervalo de 30 dias);
Adultos de 40 a 59 anos.
Durante o período da campanha de vacinação (até fim de maio) não será cobrada a prescrição médica. Apesar disso, se você não faz parte dos grupos de risco apontados pelo Ministério da Saúde, procure as orientações do seu médico para saber se a vacina é ou não recomendável para o seu caso.
Reembolsos Caso o usuário opte por receber a vacina em um recurso de saúde fora da rede credenciada, é possível solicitar o reembolso. Para isso, é necessário encaminhar à Fundação CESP (Setor Operações e Controle – Al. Santos, nº 2477, 3º andar, Cerqueira Cesar – CEP 01419-907 – São Paulo – SP) o recibo ou Nota Fiscal, com validade de até 30 dias, contados a partir da data de emissão do documento.
Atenção! A cobertura pelo PES e AMH é restrita aos grupos não inclusos na campanha federal (faixas etárias informadas acima). Se você estiver contemplado, acompanhe através do site www.vacinacaoinfluenza.com.br o período de vacinação indicado para sua faixa etária.
O atendimento de pronto-socorro pediátrico do Hospital e Maternidade Christovão da Gama, em Santo André, não está mais disponível. Os usuários dessa região podem buscar esse atendimento no Hospital e Maternidade Brasil.
A partir de abril, os usuários que optaram em 2009 em manter o fracionamento do reajuste anual do PES passarão a pagar o percentual integral de 15,5% na mensalidade referente a maio.
Na época, 87% dos usuários fizeram essa escolha, dividindo o reajuste da seguinte maneira:
Pagar a mensalidade reajustada em 9,98% a partir de abril de 2009.
Pagar a diferença de 15,5% para 9,98% (referente a doze meses), em uma parcela extra correspondente a 60% do valor da sua mensalidade, com vencimento em 21/12/2009.
Em função da aplicação desse reajuste integral, os percentuais para a constituição do Fundo Garantidor do PES/ANS e do Fundo para Contingências Judiciais serão alterados para:
Fundo Garantidor PES/ANS: de 4,89% para 4,66%
Fundo de Contingências Judiciais: de 1,63% para 1,55%
Para os usuários que já estão sendo cobrados com o reajuste integral de 15,5% não haverá alteração no valor da mensalidade.
A Fundação CESP contratou novos recursos de saúde para atendimento dos usuários dos planos de saúde AMH e PES em várias regiões. Veja a lista:
Andradina Recurso: Alessandra de Jesus Zanellati Especialidade: Nutricionista Endereço: R. Humberto de Campos, nº 947 – Centro. Andradina – SP Telefone: (18) 3722 2655
Avaré Recurso: Instituto de Patologia Avaré Especialidade: Laboratório de Análises Clínicas / Patologia Clínica Endereço: R. Rio de Janeiro, nº. 1048 – Centro. Avaré – SP
Telefone: (14) 3732 3977
Campinas Recurso: Nova Clínica Campinas Especialidades: Neuroclínica e Cirurgia Pediátrica Endereço: Av. Andrade Neves, nº 295, sala 24 – Botafogo. Campinas – SP Telefone: (19) 3512 5080
Campinas Recurso: Valdilene Pires de Morais Especialidades: Ortodontia e Cirurgião Dentista / Clínico Geral Endereço: R. José Paulino, nº 1123, conjunto 111 – Centro. Campinas – SP Telefone: (19) 3232 9788
Campinas Recurso: Valdilene Pires de Morais Especialidades: Ortodontia e Cirurgião Dentista / Clínico Geral Endereço: R. José Paulino, nº 1123, conjunto 111 – Centro. Campinas – SP Telefone: (19) 3232 9788
Cerquilho Recurso: Valeria de Fatima Palma Especialidades: Psicoterapia Individual de Crianças / Psicoterapia Individual Adolescentes/Adultos / Orientação de Pais Endereço: R. Enrico Bonventi, nº 115 – Centro. Cerquilho – SP Telefone: (15) 3284 3293
Campinas Recurso: Carina Paula B. Girardelli Especialidades: Psicoterapia Individual de Crianças / Psicoterapia Individual Adolescentes/Adultos / Orientação de Pais Endereço: R. Jorge Krug, nº 216 – Vila Itapura. Campinas – SP
Telefone: (19) 3201 8234
Cerquilho Recurso: Valeria de Fatima Palma Especialidades: Psicoterapia Individual de Crianças / Psicoterapia Individual Adolescentes/Adultos / Orientação de Pais Endereço: R. Enrico Bonventi, nº 115 – Centro. Cerquilho – SP
Telefone: (15) 3284 3293
Franca Recurso: Maria Daniela Diniz Especialidade: Nutricionista Endereço: R. Professor Geraldo Foroni, nº 1066 – Vila Monteiro. Franca – SP
Piraju Recurso: Karina Cestaro Especialidades: Psicoterapia Individual de Crianças / Psicoterapia Individual Adolescentes/Adultos / Orientação de Pais Endereço: R. 13 de maio, nº 386 – Centro. Piraju – SP
Telefone: (14) 3351 8115
Presidente Prudente Recurso: Virginia Aparecida Cabral Especialidade: Pediatria Endereço: Av. Washington Luiz, nº 2678 – Jardim Paulista. Presidente Prudente – SP
Telefone: (18) 3223 2088
Rio Claro Recurso: Rio Clínicas Especialidades: Geriatria e Clínica Médica Geral Endereço: Av. Vinte e três, nº 236 – Cidade Jardim. Rio Claro – SP Telefone: (19) 3534 1334
Rio Claro Recurso: Alexandre Viviani Especialidades: Ecocardiografia, Tilt-Test, Eletrocardiografia e Cardiologia Endereço: R. Dois, nº 650 – Saúde. Rio Claro – SP. Telefone: (19) 3534 3030
São Caetano do Sul Recurso: Gastro Pediátrica Dra. Marisa Laranjeira Especialidades: Pediatria e Gastroenterologia Pediátrica Endereço: R. Amazonas, nº 521, Cj 71 – Centro. São Caetano do Sul – SP
Telefone: (11) 4221 8459
São Paulo Recurso: Sérgio Eduardo Migliorini Especialidade: Cirurgia Traumatologia Buco Maxilo Facial Endereço: R. Serra da Mantiqueira, nº 55 – Belenzinho. São Paulo – SP Telefone: (11) 2291 7791
São Paulo Recurso: Alain Haggiag Especialidades: Cirurgião Dentista / Disfunção Temporo-Mandibular e Dor Orofacial Endereço: R. Sergipe, nº 401, Cj 1208 – Consolação. São Paulo – SP
Telefone: (11) 3231 1505
São Paulo Recurso: Instituto Paulista de Cirurgia Especialidades: Cirurgia Geral / Cirurgia Gastroenterológica / Gastroenterologia Clínica Endereço: Rua Cantagalo, nº 692, Cj 1121 – Vila Gomes Jardim. São Paulo – SP
Telefone: (11) 2091 6659
São Paulo Recurso: ACF Ginecologia e Obstetrícia Especialidade: Ginecologia e Obstetrícia (atende oncologia pélvica) Endereço: Rua Cerro Corá, nº 1851 – sala 13 – Vila Romana. São Paulo – SP
Telefone: (11) 3024 2460
São Paulo Recurso: Primeiros Passos Cl. Serv. A. Pediátrica Especialidades: Homeopatia, Pediatria e Herbiatria Endereço: Rua Padre José de Anchieta, nº 766 – Santo Amaro. São Paulo – SP
Telefone: (11) 5681 5729
Sorocaba Recurso: João Ferreira Neto Especialidade: Cirurgião Dentista / Clínico Geral Endereço: R. Professor Toledo, nº 70 – Centro. Sorocaba – SP Telefone: (15) 3233 9811
Três Lagoas Recurso: Alessandro Domingues de Lima Especialidade: Cirurgião Dentista / Clínico Geral (atende portador de necessidades especiais) Endereço: Av. Dr. Eloy Chaves, nº 325 – Centro. Três Lagoas – MS Telefone: (79) 3521 2781
Vinhedo Recurso: Med. Nelson Faidiga Filhos e Associados Especialidades: Proctologia e Ortopedia/Traumatologia Endereço: Rua Fernando Costa, nº 858 – Centro. Vinhedo – SP
Telefone: (19) 3876 3020
Votuporanga Recurso: Gilberto Barco Especialidade: Ortodontia Endereço: R. São Paulo, nº 4159 – Patrimônio Novo. Votuporanga – SP Telefone: (17) 3423 4975
Perder peso não é fácil. E, quando se consegue, a tarefa de mantê-lo também é difícil. O ideal realmente é prevenir o ganho, o que é possível com a quantidade certa de exercícios físicos, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Os cientistas descobriram que uma hora de atividade moderada por dia (caminhada, bicicleta, dança de salão, brincar com crianças) previne que mulheres de peso normal de meia-idade engordem mais de 2,27 kg em um período de três anos. Se destinar metade desse tempo (meia hora diária) para suar a camisa com práticas mais vigorosas, como correr e pedalar, dá o mesmo resultado. Para chegar a essa conclusão, a equipe analisou por 15 anos 34.079 voluntárias saudáveis com uma média de idade de 54 anos no começo do trabalho. Vale dizer que não levou em conta dietas. De acordo com o jornal The New York Times, a má notícia é que as participantes que tiveram a mesma quantidade de exercício, mas estavam acima do peso, não foram capazes de impedir o aumento do problema com a balança.
O líder do estudo é o professor I-Min Lee. As conclusões foram divulgadas na publicação The Journal of the American Medical Association.
Da mesma forma que a luz do sol desencadeia uma série de reações químicas que nos deixam com mais disposição, à noite o processo se inverte e o corpo começa a relaxar. É nosso relógio biológico em funcionamento. Em países onde o inverno é rigoroso e os dias mais curtos, as taxas de depressão, irritação, cansaço e tristeza são proporcionalmente maiores.
A radiação ultravioleta é responsável pela absorção da vitamina D, que nos ajuda a ter ossos mais fortes através da maior fixação de cálcio no organismo. Não é a toa que os médicos recomendam que bebês e idosos peguem sol duas vezes ao dia, por dez minutos. Ele combate a icterícia e a osteoporose, entre outras doenças.
Mas não adianta ir à praia e torrar ao sol para obter seus benefícios. O correto é acordar cedo e aproveitar o sol da manhã, de preferência até as 10h30 ou depois das 16h e sempre com a proteção adequada para seu tipo de pele. Filtros solares são essenciais para nos proteger de queimaduras, descamações e do envelhecimento precoce.
Atendendo ao pedido dos participantes, a Fundação CESP contratou o Hospital Unimed São Roque para atendimento dos usuários dos planos AMH e do PES no pronto-socorro geral e internação emergencial. A Fundação CESP é o primeiro convênio médico a ser aceito nesse hospital.
O endereço do Hospital Unimed é: Rua Dr José Juni Filho, nº 130, Jardim Lourdes – São Roque (SP) Telefone: (11) 4784 8484.
Atenção! Enquanto as negociações com este Hospital avançam para procedimentos médicos eletivos (consultas, exames e internações com horário agendado), os usuários têm a disposição outros recursos credenciados para esses atendimentos em São Roque (consulte a lista dos recursos neste portal).
Pelo menos uma doença crônica atinge 31,3% da população brasileira, o que significa 59,5 milhões de pessoas. Declararam ter três doenças crônicas ou mais 5,9%. Os dados são do suplemento de Saúde, divulgado hoje, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente ao ano de 2008, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com o Ministério da Saúde.
As regiões Sul (35,8%) e Sudeste (34,2%) apresentaram os maiores porcentuais de pessoas com pelo menos uma doença crônica, seguidos pelo Centro-Oeste (30,8%), Nordeste (26,8%) e Norte (24,6%).
As doenças crônicas mais informadas - identificadas por médico ou profissional de saúde - foram hipertensão (14%) e doença de coluna ou costas (13,5%), seguidas por artrite ou reumatismo (5,7%), bronquite ou asma (5%), depressão (4,1%), doença de coração (4%) e diabetes (3,6%). Na população com 35 anos ou mais, 8,1% das pessoas apresentavam diabetes.
De acordo com a pesquisa, a proporção da ocorrência de doenças crônicas "não sofreu variação expressiva" entre 1998 (31,6%), 2003 (29,9%) e 2008 (31,3%). Especificamente em 2008, o porcentual de mulheres com doenças crônicas (35,2%) era superior ao de homens (27,2%).
Além disso, quanto maior o rendimento, maior foi o porcentual de pessoas que afirmaram ter ao menos uma doença. Entre aqueles com rendimento de até um quarto do salário mínimo, 20,8% disseram ter ao menos uma doença. Já entre aqueles com rendimento acima de cinco salários mínimos, o porcentual era de 38,5%.
Fumantes
O número de brasileiros fumantes correntes (habituais), com 15 anos ou mais, era de 24,6 milhões em 2008, o que significa 17,2% da população de 143 milhões de pessoas com 15 anos ou mais naquele ano. Além disso, no total da população nessa faixa etária, 15,1% eram fumantes diários e 2,1% eram fumantes ocasionais (só fumam ao beber, por exemplo), enquanto 82,5% (117,9 milhões) da população eram não fumantes e 0,3% (464 mil) não declararam.
Segundo a pesquisa, dos 82,5% de não fumantes, 13,3% (19 milhões) eram ex-fumantes diários e 69% nunca foram fumantes diários, dos quais 65,8% nunca haviam fumado. A região Sul tinha o maior porcentual de fumantes correntes (19,3%).
De acordo com a pesquisa, a incidência do tabagismo entre os homens era maior, sendo que 21,5% deles eram fumantes correntes, contra 13,2% das mulheres. Quanto ao tipo de produto de tabaco, 17,2% fumavam qualquer produto de tabaco, 14,7% cigarro industrializado, 4,4% cigarro de palha ou enrolado à mão e 0,7% outros produtos de tabaco. O Nordeste tinha o maior porcentual dos que fumavam cigarro de palha ou enrolado à mão (7%).
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma resolução para orientar o uso terapêutico das chamadas drogas vegetais, como erva-cidreira e camomila, no alívio de sintomas de doenças de baixa gravidade. Passados de geração em geração, os conhecimentos de como curar utilizando plantas, folhas, cascas, raízes e flores agora estão sistematizados. O objetivo é esclarecer em quais situações essas drogas podem ser administradas. O trabalho da agência se baseou em estudos que comprovam os efeitos benéficos de 66 espécies vegetais, cujas ações terapêuticas mudam de acordo com a forma de preparo. Os usos também variam: elas podem ser ingeridas, inaladas, usadas em gargarejos ou em banhos de assento. Os resultados foram compilados numa tabela com informações que vão do nome científico da planta até as contraindicações para o uso e possíveis efeitos colaterais. A listagem saiu na edição de quarta-feira do Diário Oficial da União. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
As mudanças no clima em São Paulo nos últimos anos transformaram a cidade em uma "candidata forte" a ter grandes epidemias de dengue, segundo o diretor do Centro de Referência da Dengue de Campos dos Goytacazes, Luiz José de Souza. "Acho que São Paulo vai ter epidemias futuras graves, pode não ser neste ano, mas nos próximos, porque em São Paulo houve a mudança de temperatura brusca". Segundo Souza, quem conhecia São Paulo no passado, "aquele friozinho, aquela chuvinha fininha", percebe hoje que a cidade passou a ter calor, tempestades uma atrás da outra, com muitos alagamentos. "Ou seja, tudo o que o mosquito gosta tem na capital", afirmou em entrevista à Agência Brasil. O professor de saúde pública da USP (Universidade de São Paulo), Gonzalo Vecina, concorda com a avaliação de Souza, mas ressalta que, mesmo assim, a propagação da doença pode ser controlada. "É possível que o Poder Público controle [a proliferação do mosquito transmissor da dengue], mas, a probabilidade de você ter uma epidemia, se o Poder Público esmorecer ou se a população não levar isso a sério, é muito grande". Luiz José de Souza destaca a importância de preparar o sistema de saúde para diagnosticar a dengue com rapidez e tratar a doença com eficiência. "Tem que se organizar na assistência. Fazer o diagnóstico o mais rápido possível, o reconhecimento da doença, para poder fazer o tratamento adequado em tempo hábil". Nos dois primeiros meses deste ano, foram confirmados 67 casos de dengue na cidade de São Paulo, mais do que o dobro de igual período do ano passado (26). A Secretaria Municipal de Saúde ressalvou que apesar desse número, a infestação ainda é considerada baixa, por ser inferior a 100 casos por 100 mil habitantes. Historicamente, o maior número de casos na cidade de São Paulo se registra nos meses de março e abril. Como a ocorrência da dengue é anual, principalmente nos meses mais quentes, Gonzalo Vecina destaca a importância de que as medidas de prevenção acompanhem essa periodicidade. "A dengue é que nem limpar casa, todo dia é de limpar casa". Segundo Vecina, epidemias muito fortes, como as que começam a ocorrer em alguns municípios paulistas, decorrem do descuido das autoridades. Ele explicou que, sempre que a epidemia ocorre e foge do controle, a autoridade pública usou "de maneira inadequada" a sua capacidade de mobilizar as pessoas para que controlassem os locais onde os mosquitos crescem. Para José Luiz de Souza, os problemas de infraestrutura do país impedem a erradicação completa da doença e atrapalham na prevenção. Ele destacou que a melhor prevenção é o trabalho combater o vetor, embora isso seja muito difícil no país, por problemas de infraestrutura. "Condições de saneamento básico, condições habitacionais, temos hoje favelização crescente, abastecimento de água inadequado". Segundo ele, a única solução definitiva para o problema seria uma vacina que combatesse os quatro tipos de vírus existentes.
O chá do extrato de e folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer e não deixa sequelas de nenhuma toxidade, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da UF (Universidade da Flórida) divulgada na terça-feira (10). O pesquisador Nam Dang da UF e um grupo de cientistas japoneses documentaram os poderosos efeitos anticancerígenos da papaia sobre o câncer de útero, de mama, fígado, pulmão e pâncreas, através de testes em laboratório com uma ampla variedade de tumores. Os pesquisadores utilizaram um extrato de folhas secas de papaia e os efeitos anticancerígenos eram mais fortes quando as células recebiam maiores doses de chá, disse a UF. Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produção de moléculas essenciais do tipo citoquinas Th1. Esta regulação do sistema imunológico, junto ao combate direto do tumor em vários tipos de câncer, sugerem possíveis estratégias terapêuticas utilizadas pelo sistema imunológico para combater o câncer, acrescentou a Universidade. Além disso, o fato de o extrato de papaia não possuir nenhum efeito tóxico nas células normais evita uma consequência devastadora comum em muitas terapias anticancerígenas, indicou. Os cientistas utilizaram dez tipos diferentes de células cancerígenas e as expuseram a quatro graus de concentração de extrato de papaia durante 24 horas, medindo seus efeitos após esse tempo. A concentração reduziu o crescimento dos tumores em todos os cultivos, segundo o estudo. A pesquisa também foi publicada na edição de fevereiro do "Jornal de Etnofarmacologia", informou a UF.
A rede de farmácias Onofre é a nova credenciada da ORIZON FARMA para atender aos participantes vinculados ao programa Auxílio Medicamento da Fundação CESP. A partir de 15 de março, 27 lojas da cidade de São Paulo e outras sete localizadas em outros estados estarão disponíveis para atender ao programa. Para verificar as unidades Onofre que atendem à sua região, acesse o menu Farmácias Credenciadas da home do portal da Fundação CESP.
Você sabia que, além de ter um bom plano de saúde, pela Fundação CESP você pode ter um atendimento preferencial ao utilizar uma rede especial de recursos credenciados e sem pagar mais pelas consultas? A Rede Preferencial é formada por médicos de várias especialidades selecionados por terem mais tempo de prestação de serviço e maior fluxo de atendimentos pelos planos da entidade. Na rede preferencial, os profissionais e instituições médicas firmam a parceria com a Fundação CESP para oferecer aos participantes, além de prioridade, mais qualidade, comprometimento e acompanhamento nos procedimentos e tratamentos de saúde. Em contrapartida a essa prestação de serviço mais personalizada, a rede recebe uma melhor remuneração e tem oportunidade de conquistar e fidelizar mais pacientes. Um ponto essencial para fazer parte desse seleto grupo é ter o histórico de relacionamento com os usuários impecável. "Esse é um projeto importante porque resgata a concepção do médico da família, ou seja, aquele profissional que conhece a evolução do quadro clínico do paciente. Assim, só convidamos recursos que queiram estabelecer essa relação de confiança com nossos usuários. Para isso, visitamos as instalações médicas, fornecemos orientações e levantamos a disponibilidade de atendimento e se o profissional não tem registrada nenhuma reclamação", explica Luciane Rodrigues, gerente de Gestão em Saúde.
Não é preciso pagar mais nas consultas
Mesmo com um atendimento preferencial, ao realizar consultas por essa rede, o usuário não tem custos adicionais. Ele pagará o mesmo valor praticado na tabela da rede credenciada. Além disso, as consultas de retorno referentes a um mesmo tratamento não são remuneradas, mesmo aquelas realizadas após os trinta dias regulamentados. Já nos procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos, é cobrado um percentual a mais por essa prestação, de acordo com o percentual de co-participação, até o teto limitador. Veja outras vantagens de utilizar a rede preferencial:
• A consulta é agendada em, no máximo, cinco dias após a solicitação do usuário. No caso de urgência ou emergência, a consulta tem de ser realizada no máximo até o dia seguinte à solicitação. • O tempo de espera para atendimento da consulta eletiva agendada não ultrapassa 30 minutos. • O médico disponibiliza o telefone celular ao paciente, para orientação e acompanhamento do quadro. • Em caso de encaminhamento do usuário ao pronto-socorro, o médico repassa as informações ao hospital e acompanha - por telefone ou pessoalmente - a evolução do quadro até a alta do paciente, especialmente se houver internação. Mesmo em caso de rescisão contratual, o médico acompanha o paciente internado até acontecer a alta. • O médico receita, sempre que possível, medicamentos que constem na Lista Padrão de Medicamentos (LPM), disponível aos usuários dos planos de saúde da Fundação CESP.
Ampliação do projeto
Agora, além de São Paulo, onde o projeto foi iniciado, as cidades de Campinas e Santos também passam a oferecer uma lista de 48 recursos da rede preferencial "Para ampliação da rede em Campinas e Santos, também solicitamos a indicação de patrocinadores e participantes ativos e aposentados. Assim, temos o retorno direto de nossos usuários dessa região", diz Luciane.